Verônica Dutenkefer
Professora e psicóloga (veveduten@yahoo. com.br)
Esse texto que escrevo precisamente agora é mais um desabafo. Desabafo de uma profissional que está lecionando há mais de 22 anos e que não sabe se sobreviverá por mais dez anos, que é o tempo que ainda precisarei trabalhar (por mais que ame muito o que faço).
Trago comigo muitas perguntas que não querem calar. E talvez a mais inquietante seja: "O que será necessário acontecer para que se faça uma reforma educacional neste país?"
Constantemente ouço ou leio reportagens com as autoridades educacionais proclamando a má formação dos professores, culpando as universidades, a falta de cursos de formação e culpando-nos, evidentemente. Acham que se a educação neste país não vai bem, só existe um culpado: o professor. E aí vêm meus questionamentos: como um professor de escola pública pode fazer o seu trabalho se ele precisa ficar constantemente parando sua aula para separar a briga entre os alunos, socorrer seu aluno que foi ferido por outro aluno, planejar várias aulas para se trabalhar os bons hábitos, na tentativa vã de se formar cidadãos mais conscientes e de melhor caráter?
Nos cursos de formação nos é passado constantemente a recusa de um programa tradicional e conteudista. Mas nossas avaliações de desempenho das escolas, nossos vestibulares e concursos públicos ainda são tradicionais e nos cobram o conteúdo de cada disciplina.
Como pode num país... num Estado... num município haver regras tão diferentes entre a rede particular e a pública? Na rede particular as escolas continuam conteudistas; há a seriação com reprovação; e a escola pode suspender ou até mesmo expulsar um aluno que não esteja respeitando as regras daquela instituição. Na rede pública se vive mudando o enfoque pedagógico (de acordo com o partido que ganhou as eleições); é cobrado cada vez menos do aluno; não se pode fazer absolutamente nada com um aluno indisciplinado que até mesmo coloca em risco a segurança de outros alunos e dos funcionários da instituição. Dia a dia... minuto a minuto... professores são alvo de agressões verbais e até mesmo físicas, feitas pelos alunos.
A cada dia somos submetidos a níveis de stress insuportáveis para um ser humano. Temos que dar conta do conteúdo a ser ensinado + ser responsáveis pela segurança física de nossos alunos + sermos médicos + enfermeiros + psicólogos + assistentes sociais + dentistas + psiquiatras + mãe + pai... E, quando ameaçados de morte, recorremos a uma delegacia para fazer um boletim de ocorrência onde ouvimos: "Isto não vai adiantar nada!"
Meus bons alunos presenciam o mau aluno fazendo tudo o que não pode ser feito e não acontecendo nada com ele. É o exemplo da impunidade desde a infância. Meus bons alunos presenciam que o aluno que não fez absolutamente nada durante o ano, passou de ano como ele, que se esforçou e foi responsável. Houve um ano que eu tinha um aluno que era muito bom. E ele começou a faltar muito e ir mal na escola. Os colegas diziam que ele ficava empinando pipa ao invés de ir às aulas. Um dia, tive uma conversa com ele e perguntei o que estava acontecendo? E ele me disse: "Prá que eu vir à escola se eu vou passar de ano mesmo assim?" Então eu procurei aconselhar (como faço com meus alunos até hoje) que ele devia freqüentar a escola não para tirar notas boas nas provas ou passar de ano; ele deveria vir a escola para aumentar seu conhecimento, que é o único bem que ninguém lhe poderá roubar; que a escola iria ajudá-lo a aprender e a trocar conhecimentos com os outros e ajudá-lo a dar uma melhor formação para a vida... Depois dessa conversa ele não faltou mais tanto... porém nunca mais voltou a ser o excelente aluno que era.
Qual a motivação de ser bom aluno hoje em dia? Seus ídolos são jogadores de futebol que não
falam o português corretamente e que não hesitam em agredir seus colegas jogadores e até mesmo os árbitros. Ensinando que não é necessário haver respeito as autoridades e aos outros. Ou são dançarinas que mostram seu corpo rebolando na televisão e posando nuas para ganhar dinheiro. Para quê o aluno estudar se há tantas profissões que não são valorizados e nem respeitadas? ...
Conheci (e ainda conheço e convivo) ao longo de minha carreira na escola pública, inúmeros profissionais maravilhosos, pessoas que amam sua profissão, que se preocupam com seus alunos, que fazem trabalhos excepcionais, que possuem um conhecimento e formação excelentes, mas que estão desgastados e quase arrasados diante da atual situação educacional.
Li há poucos dias, num artigo, que os cursos de filosofia, matemática, química, biologia e outros, todos ligados à área de magistério, não estão tendo procura nas universidades. Lógico! Quem é que quer ser professor? Quem é que quer entrar numa carreira que está sendo extinta, não só pela total desvalorização e desrespeito, mas também pela falta de segurança que estamos enfrentando nas escolas?...
Fiquei indignada com uma reportagem na TV (que aliás adora fazer reportagens sensacionalistas colocando o professor sempre como o vilão da história) em que se relatava que numa escola um aluno ameaçava os outros com um revólver e, num determinado momento, o repórter perguntou: "Onde estava o professor que não viu isso?"
E agora eu pergunto: "O que se espera que um professor (ou qualquer ser humano) faça com uma arma apontada para sua cabeça? Ah, já sei... O professor deveria enfrentar as balas do revólver! Claro! Mas as universidades e os cursos de aperfeiçoamento de professores não estão nos ensinando isso...
Vocês têm conhecimento de como os professores de nosso país estão adoecendo? Vocês sabem o que é enfrentar o stress a que a violência moral e física tem nos submetido dia a dia? Vocês sabem o que é ouvir de um pai frases assim: "Meu filho mentiu, mas ele é apenas uma criança!", ou "Eu não sei mais o que fazer com o meu filho!", ou "Você está passando muita lição para meu filho, e ele é apenas uma criança!", ou "Ele agrediu o coleguinha, mas não foi ele quem começou!", ou ainda "Meu filho destruiu a escola, mas não fez isso sozinho!"
Classes super lotadas, falta de material pedagógico, espaço físico destruído, violência, desperdício de merenda, desperdício de material escolar (que os alunos recebem e, muitas vezes, não valorizam, pois afinal não precisam fazer absolutamente nada para merecê-los), brigas por causa do "Leve-leite" (o aluno não pode faltar muito, não porque isso prejudica sua aprendizagem, mas porque senão ele não leva o leite para casa).
Regras educacionais dissonantes, de acordo com a classe social dos alunos; impunidade.. . Mas a educação não vai bem por culpa do professor!
Encerro esse desabafo com essa pergunta que li há poucos dias, a qual foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável: "Todo mundo \'pensando\' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que \'pensarão\' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
Esta foto foi tirada na praia de Almofala, distrito de Itarema. quando fui ministar aulas na Universidade
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
VIRGULA
Sobre a Vírgula
Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).
Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.
Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.
Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.
Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.
Detalhes Adicionais
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.
Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.
Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).
Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.
Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.
Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.
Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.
Detalhes Adicionais
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.
Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Sabedoria
Sabedoria
Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no
bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois
de um pequeno silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.
Perguntei a meu pai:
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, ele respondeu, é muito fácil saber que uma carroça está vazia
por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho
que faz.
Tornei-me adulto e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais,
gritando para intimidar, tratando o próximo com grossura, de forma
inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e
querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta,
tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo: quanto mais
vazia a carroça, mais barulho ela faz..."
(Autor desconhecido)
Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no
bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois
de um pequeno silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.
Perguntei a meu pai:
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, ele respondeu, é muito fácil saber que uma carroça está vazia
por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho
que faz.
Tornei-me adulto e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais,
gritando para intimidar, tratando o próximo com grossura, de forma
inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e
querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta,
tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo: quanto mais
vazia a carroça, mais barulho ela faz..."
(Autor desconhecido)
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Las Palma
Erupção ameaça dois continentes
Vulcão nas Ilhas Canárias ameaça explodir e gerar onda que chegará a África, Caribe, América do Norte e Norte do Brasil
Fonte: The Guardian
LONDRES - Todos os elementos que se poderia querer para um filme clichê de desastre estão ali: uma linda ilha vulcânica no Atlântico, à beira de um colapso catastrófico, ameaçando propagar ondas gigantescas que vão avançar pelo globo em questão de horas. E enquanto os cientistas tentam em vão tornar audível seus alertas, os governos olham para o outro lado.
Segundo Bill McGuire, diretor do Centro de Pesquisa de Riscos Benfield Grieg, da University College of London, um grande bloco de terra, aproximadamente do tamanho da ilha britânica de Man (572 km²), está prestes a se desgarrar da ilha de La Palma, nas Canárias, após uma erupção do vulcão Cumbre Vieja.
Quando - McGuire garante que a questão não é ''se'' - o bloco cair, vai gerar ondas gigantes chamadas megatsunamis. Viajando a 900 km/h, as imensas paredes de água vão atravessar os oceanos e atingir ilhas e continentes, deixando um rastro de destruição como os vistos no cinema. As megatsunami são ondas muito maiores do que as que o homem está acostumado a ver.
- Quando uma destas surge, se mantém de 10 a 15 minutos. É como uma grande parede de água em direção ao litoral - descreve McGuire.
Modelos feitos em computador do colapso da ilha mostram as primeiras regiões a serem afetadas por ondas de até 100 metros de altura: as ilhas vizinhas do arquipélago espanhol das Canárias. Em poucas horas, a costa ocidental da África será golpeada por ondas similares.
Entre nove e 12 horas depois do colapso em La Palma, ondas de 20 a 50 metros vão cruzar 6.500 km de oceano e atingir as ilhas caribenhas e a costa Leste dos Estados Unidos e Canadá. Ao chegar a portos e estuários, a água será canalizada para o interior. Mortes de pessoas e destruição de bens serão imensas, de acordo com McGuire.
Até 19 horas depois da erupção, ondas de 4 a 18 metros vão atingir a costa Norte e Nordeste do Brasil, do Pará à Paraíba. A ilha de Fernando de Noronha será um dos locais onde a tsunami chegará com mais força no Atlântico Sul.
A Europa também será golpeada. O litoral Sul de Portugal, Espanha e o Oeste da Grã-Bretanha vão experimentar ondas de até 10 metros, quatro ou cinco horas depois do evento geológico nas Canárias. Portos serão destruídos. Desastres naturais como estes são raros, ocorrem a cada 10 mil anos. Mas La Palma pode entrar em colapso muito antes.
- O que sabemos é que está em processo de acontecer - garante McGuire.
A ilha chamou a atenção dos cientistas em 1949, quando seu vulcão, o Cumbre Vieja, entrou em erupção, causando um desabamento de parte de seu flanco Oeste, que afundou quatro metros oceano abaixo. Especialistas acreditam que placas de terreno continuam escorregando lentamente para o mar e dizem que uma próxima erupção deve fazer toda a lateral ocidental da montanha desabar.
- Quando acontecer, não vai levar mais que 90 segundos - disse McGuire.
Vulcão nas Ilhas Canárias ameaça explodir e gerar onda que chegará a África, Caribe, América do Norte e Norte do Brasil
Fonte: The Guardian
LONDRES - Todos os elementos que se poderia querer para um filme clichê de desastre estão ali: uma linda ilha vulcânica no Atlântico, à beira de um colapso catastrófico, ameaçando propagar ondas gigantescas que vão avançar pelo globo em questão de horas. E enquanto os cientistas tentam em vão tornar audível seus alertas, os governos olham para o outro lado.
Segundo Bill McGuire, diretor do Centro de Pesquisa de Riscos Benfield Grieg, da University College of London, um grande bloco de terra, aproximadamente do tamanho da ilha britânica de Man (572 km²), está prestes a se desgarrar da ilha de La Palma, nas Canárias, após uma erupção do vulcão Cumbre Vieja.
Quando - McGuire garante que a questão não é ''se'' - o bloco cair, vai gerar ondas gigantes chamadas megatsunamis. Viajando a 900 km/h, as imensas paredes de água vão atravessar os oceanos e atingir ilhas e continentes, deixando um rastro de destruição como os vistos no cinema. As megatsunami são ondas muito maiores do que as que o homem está acostumado a ver.
- Quando uma destas surge, se mantém de 10 a 15 minutos. É como uma grande parede de água em direção ao litoral - descreve McGuire.
Modelos feitos em computador do colapso da ilha mostram as primeiras regiões a serem afetadas por ondas de até 100 metros de altura: as ilhas vizinhas do arquipélago espanhol das Canárias. Em poucas horas, a costa ocidental da África será golpeada por ondas similares.
Entre nove e 12 horas depois do colapso em La Palma, ondas de 20 a 50 metros vão cruzar 6.500 km de oceano e atingir as ilhas caribenhas e a costa Leste dos Estados Unidos e Canadá. Ao chegar a portos e estuários, a água será canalizada para o interior. Mortes de pessoas e destruição de bens serão imensas, de acordo com McGuire.
Até 19 horas depois da erupção, ondas de 4 a 18 metros vão atingir a costa Norte e Nordeste do Brasil, do Pará à Paraíba. A ilha de Fernando de Noronha será um dos locais onde a tsunami chegará com mais força no Atlântico Sul.
A Europa também será golpeada. O litoral Sul de Portugal, Espanha e o Oeste da Grã-Bretanha vão experimentar ondas de até 10 metros, quatro ou cinco horas depois do evento geológico nas Canárias. Portos serão destruídos. Desastres naturais como estes são raros, ocorrem a cada 10 mil anos. Mas La Palma pode entrar em colapso muito antes.
- O que sabemos é que está em processo de acontecer - garante McGuire.
A ilha chamou a atenção dos cientistas em 1949, quando seu vulcão, o Cumbre Vieja, entrou em erupção, causando um desabamento de parte de seu flanco Oeste, que afundou quatro metros oceano abaixo. Especialistas acreditam que placas de terreno continuam escorregando lentamente para o mar e dizem que uma próxima erupção deve fazer toda a lateral ocidental da montanha desabar.
- Quando acontecer, não vai levar mais que 90 segundos - disse McGuire.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
CIÊNCIA
Tsunami, a catástrofe
Renato Sabbatini
Imagine o leitor o seguinte cenário: uma onda de 40 metros de altura (o equivalente a um prédio de 10 andares) chega subitamente à costa norte brasileira, a uma velocidade de mais de 200 km/h. Cidades à beira-mar, como Fortaleza, são em questão de segundos varridas pela onda gigantesca, com uma energia equivalente ao consumo de eletricidade de um mês de todo o Brasil. Prédios e casas são derrubados, os sistemas de eletricidade e telefonia desaparecem, carros são destruídos e dezenas de milhares de pessoas são mortas por afogamento e por trauma. Poucos escapam: os que não morrem na hora são arrastados para o mar quando a onda, depois de invadir a terra firme por alguns quilômetros, recua finalmente.
Essa cena de pavor (que já aconteceu muitas vezes na história da Humanidade) é a conseqüência de um tsunami, palavra japonesa que denomina uma onda formada geralmente por um fenômeno geotectônico submarino (erupção vulcânica, terremoto, etc.). No século XVIII, Lisboa foi destruída por um tsunami, depois de um terremoto. Morreram cerca de 40.000 pessoas, o equivalente a um terço da população da época. O vulcão Krakatoa, ao explodir nos Mares do Sul, gerou um tsunami de "apenas" seis metros de altura. Morreram 30.000 pessoas, em uma zona que normalmente é pouco habitada.
Será que isso pode acontecer um dia? Essa possibilidade concreta existe, e foi descoberta por cientistas ingleses em 1996, na ilha de La Palma, nas Canárias, que ficam no Atlântico Norte, perto da costa oeste da África. Recentemente eles completaram os estudos que faltavam para fazer as estimativas finais, e anunciaram ao mundo suas apavorantes conclusões. Um vulcão denominado Cumbre Vieja (Pico Velho), que fica na parte sul da ilha, se entrar em erupção novamente, poderá provocar o deslocamento de um pedaço de rocha de alguns quilômetros cúbicos (do mesmo tamanho da Ilha de Mann, na costa inglesa) e sua queda no mar. Os fragmentos da rocha, espalhando-se por quase 80 km a partir de sua origem, gerarão um jato de água de 900 metros de altura e algumas dezenas de quilômetros de diâmetro, que por sua vez se deslocará como uma onda movendo-se a mais de 500 km por hora por todo o Atlântico. Em poucos minutos chegaria à costa africana, ainda com 100 metros de altura, desencadeando uma destruição inacreditável por até 20 a 30 km terra adentro. Mais algumas horas, e chegaria à costa de Portugal e da Inglaterra. Seis horas depois, a onda atingiria a costa leste dos Estados Unidos, ainda com 50 metros de altura, principalmente no sudeste (Geórgia e Flórida), depois o Caribe (Cuba, República Dominicana, etc.), e, finalmente, a costa norte brasileira.
Os cientistas estimaram que a destruição material poderia atingir a casa da dezena de trilhões de dólares. A perda em vidas poderá ser minimizada se houver um aviso prévio de que ocorrerá a erupção, ou em lugares mais distantes, como o Brasil, pelo fato de que a onda demorará várias horas até chegar ao litoral.
A Geological Society, uma vetusta e seriíssima sociedade científica do Reino Unido, da qual fazem parte os mais eminentes geólogos do mundo, achou a situação tão ameaçadora que resolveu formar uma comissão e lançar um aviso para os governos de todos os países que eventualmente ficarão no rastro da destruição.
Qual é a probabilidade de que isso venha a acontecer? Bem, a ilha Las Palmas nasceu há apenas 2 milhões de anos, de uma gigantesca erupção de uma vulcão submarino no Atlântico. Ela tem pelo menos três vulcões ativos, com duas erupções apenas neste século. A última erupção (do vulcão Cumbre Nueva, que, apesar do nome, é geologicamente mais antigo que o Cumbre Vieja) provocou uma instabilidade da rocha na lateral de uma montanha que é considerada a ilha marítima com a topografia mais íngreme do mundo. É essa rocha que poderá ser jogada ao mar com uma segunda erupção. Os cientistas descobriram isso realizando muitas simulações matemáticas complexas em supercomputadores, que deixaram pouca margem à dúvida.
No momento, o vulcão está inativo, e não há indícios de que esteja aprontando algo. Os cientistas instalaram um sistema super-acurado de medidas de distância, que percebem quando a terra sobre o vulcão "incha", o que quase sempre é prenúncio de uma erupção. Mas predições geológicas são notoriamente incertas: a taxa de sucesso é de menos de 60%. Por esse motivo, os especialistas acham que as populações ribeirinhas do Atlântico Norte e do Caribe devem preparar planos de contingência.
Agora imaginem a confusão e a dificuldade que deve ser evacuar uma cidade do tamanho de Fortaleza, ou um estado inteiro em risco, como a Flórida, em apenas 3 a 4 horas… O problema é que o ser humano não acredita em catástrofes que ainda estão muito no futuro. Todo mundo acha que não vai acontecer. Basta ver o que acontece toda vez que um terremoto sacode o Japão, ou a Califórnia, ou a América Central, lugares de alto risco, sabido e conhecido. Ninguém arreda pé de lá, e um fenômeno bem mais forte que o usual acaba sendo extremamente destrutivo. É o que veremos acontecer, agora, ou em futuro distante, com a ilha Las Palmas.
Correio PopularPublicado em: Jornal Correio Popular, Campinas, 31/8/2001 .
Autor: Email: sabbatin@nib.unicamp.br
WWW: http://home.nib.unicamp.br/~sabbatin
Jornal: Email: cpopular@cpopular.com.br
WWW: http://www.cosmo.com.br
Renato Sabbatini
Imagine o leitor o seguinte cenário: uma onda de 40 metros de altura (o equivalente a um prédio de 10 andares) chega subitamente à costa norte brasileira, a uma velocidade de mais de 200 km/h. Cidades à beira-mar, como Fortaleza, são em questão de segundos varridas pela onda gigantesca, com uma energia equivalente ao consumo de eletricidade de um mês de todo o Brasil. Prédios e casas são derrubados, os sistemas de eletricidade e telefonia desaparecem, carros são destruídos e dezenas de milhares de pessoas são mortas por afogamento e por trauma. Poucos escapam: os que não morrem na hora são arrastados para o mar quando a onda, depois de invadir a terra firme por alguns quilômetros, recua finalmente.
Essa cena de pavor (que já aconteceu muitas vezes na história da Humanidade) é a conseqüência de um tsunami, palavra japonesa que denomina uma onda formada geralmente por um fenômeno geotectônico submarino (erupção vulcânica, terremoto, etc.). No século XVIII, Lisboa foi destruída por um tsunami, depois de um terremoto. Morreram cerca de 40.000 pessoas, o equivalente a um terço da população da época. O vulcão Krakatoa, ao explodir nos Mares do Sul, gerou um tsunami de "apenas" seis metros de altura. Morreram 30.000 pessoas, em uma zona que normalmente é pouco habitada.
Será que isso pode acontecer um dia? Essa possibilidade concreta existe, e foi descoberta por cientistas ingleses em 1996, na ilha de La Palma, nas Canárias, que ficam no Atlântico Norte, perto da costa oeste da África. Recentemente eles completaram os estudos que faltavam para fazer as estimativas finais, e anunciaram ao mundo suas apavorantes conclusões. Um vulcão denominado Cumbre Vieja (Pico Velho), que fica na parte sul da ilha, se entrar em erupção novamente, poderá provocar o deslocamento de um pedaço de rocha de alguns quilômetros cúbicos (do mesmo tamanho da Ilha de Mann, na costa inglesa) e sua queda no mar. Os fragmentos da rocha, espalhando-se por quase 80 km a partir de sua origem, gerarão um jato de água de 900 metros de altura e algumas dezenas de quilômetros de diâmetro, que por sua vez se deslocará como uma onda movendo-se a mais de 500 km por hora por todo o Atlântico. Em poucos minutos chegaria à costa africana, ainda com 100 metros de altura, desencadeando uma destruição inacreditável por até 20 a 30 km terra adentro. Mais algumas horas, e chegaria à costa de Portugal e da Inglaterra. Seis horas depois, a onda atingiria a costa leste dos Estados Unidos, ainda com 50 metros de altura, principalmente no sudeste (Geórgia e Flórida), depois o Caribe (Cuba, República Dominicana, etc.), e, finalmente, a costa norte brasileira.
Os cientistas estimaram que a destruição material poderia atingir a casa da dezena de trilhões de dólares. A perda em vidas poderá ser minimizada se houver um aviso prévio de que ocorrerá a erupção, ou em lugares mais distantes, como o Brasil, pelo fato de que a onda demorará várias horas até chegar ao litoral.
A Geological Society, uma vetusta e seriíssima sociedade científica do Reino Unido, da qual fazem parte os mais eminentes geólogos do mundo, achou a situação tão ameaçadora que resolveu formar uma comissão e lançar um aviso para os governos de todos os países que eventualmente ficarão no rastro da destruição.
Qual é a probabilidade de que isso venha a acontecer? Bem, a ilha Las Palmas nasceu há apenas 2 milhões de anos, de uma gigantesca erupção de uma vulcão submarino no Atlântico. Ela tem pelo menos três vulcões ativos, com duas erupções apenas neste século. A última erupção (do vulcão Cumbre Nueva, que, apesar do nome, é geologicamente mais antigo que o Cumbre Vieja) provocou uma instabilidade da rocha na lateral de uma montanha que é considerada a ilha marítima com a topografia mais íngreme do mundo. É essa rocha que poderá ser jogada ao mar com uma segunda erupção. Os cientistas descobriram isso realizando muitas simulações matemáticas complexas em supercomputadores, que deixaram pouca margem à dúvida.
No momento, o vulcão está inativo, e não há indícios de que esteja aprontando algo. Os cientistas instalaram um sistema super-acurado de medidas de distância, que percebem quando a terra sobre o vulcão "incha", o que quase sempre é prenúncio de uma erupção. Mas predições geológicas são notoriamente incertas: a taxa de sucesso é de menos de 60%. Por esse motivo, os especialistas acham que as populações ribeirinhas do Atlântico Norte e do Caribe devem preparar planos de contingência.
Agora imaginem a confusão e a dificuldade que deve ser evacuar uma cidade do tamanho de Fortaleza, ou um estado inteiro em risco, como a Flórida, em apenas 3 a 4 horas… O problema é que o ser humano não acredita em catástrofes que ainda estão muito no futuro. Todo mundo acha que não vai acontecer. Basta ver o que acontece toda vez que um terremoto sacode o Japão, ou a Califórnia, ou a América Central, lugares de alto risco, sabido e conhecido. Ninguém arreda pé de lá, e um fenômeno bem mais forte que o usual acaba sendo extremamente destrutivo. É o que veremos acontecer, agora, ou em futuro distante, com a ilha Las Palmas.
Correio PopularPublicado em: Jornal Correio Popular, Campinas, 31/8/2001 .
Autor: Email: sabbatin@nib.unicamp.br
WWW: http://home.nib.unicamp.br/~sabbatin
Jornal: Email: cpopular@cpopular.com.br
WWW: http://www.cosmo.com.br
HOMOSSEXUALIDADE
Homossexualidade e saúde pública
Autor: Enviado por Julio Severo
Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=16686
WASHINGTON DC, 13 Ago. 09 / 07:58 am (ACI). — Uma enfermeira norte-americana que trabalhou durante anos no hospital da faculdade de medicina da Universidade de Stanford na Califórnia (Estados Unidos) publicou recentemente um revelador artigo onde aponta para a ocultação, por razões ideológicas, das graves conseqüências das condutas homossexuais para a saúde individual e pública.
O artigo, publicado em espanhol pelo Comitê Independente Anti-AIDS, foi escrito pela enfermeira profissional Kathleen Melonakos, que revela o que observou no mundo da saúde 30 anos depois da controvertida decisão da Associação Psiquiátrica Americana (APA) de suprimir a homossexualidade como patologia, cedendo às pressões dos grupos militantes homossexuais.
“Trabalhei como enfermeira durante vários anos na década de 1980 de 1990 no Centro Médico Universitário de Stanford, onde pude ver os danos que os homossexuais fazem a seus corpos com algumas de suas práticas sexuais”, diz o artigo.
“A co-autora de meu próprio livro de referência médica, Saunders Pocket Reference for Nurses, era a chefe do departamento de cirurgia em Stanford. Estou convicta, à luz de minha experiência clínica e como conseqüência de ter feito consideráveis estudos, que a homossexualidade nem é normal nem benigna. Mais ainda, é um vício letal de conduta, tal como sublinha o Dr. Jeffrey Satinover em seu livro ‘Homossexualidade e a Política da Verdade’,” escreve Kathleen Melonakos.
“Por isso, eu sei, não existe outro grupo de pessoas nos Estados Unidos que sofre mais de enfermidades infecciosas em seus quarenta e tantos anos que o dos que praticam a homossexualidade. Isso, para mim, é trágico quando sabemos que a homossexualidade pode ser prevenida em muitos casos, ou substancialmente curada na idade adulta quando existe suficiente motivação e ajuda”.
De acordo com a especialista, as enfermidades a que os homossexuais ativos são vulneráveis podem ser classificadas como segue: Enfermidades clássicas transmitidas sexualmente (sífilis); enfermidades entéricas (infecções de espécies Giardia lamblia, — ‘enfermidade intestinal gay’ —, Hepatite A, B, C, D e citomegalovirus); traumas (que têm como conseqüência incontinência fecal, hemorróidas, fissura anal, edema penil e a síndrome de imunodeficiência adquirida AIDS).
“Minha pergunta principal é: por que a homossexualidade não é considerada uma desordem simplesmente por suas conseqüências médicas? Muito simplesmente, uma pessoa objetiva, que tão somente olhe as conseqüências de estilo de vida da homossexualidade, teria que classificá-la como algum tipo de patologia. A homossexualidade conduz ou não a uma vida dramaticamente despedaçada? Os estudos dizem que sim, alguns em até o 40%, sendo o estudo do Dr. Cameron só um de outros muitos estudos que sugerem isso. Juntos, esses estudos estabelecem que a homossexualidade é mais mortal que o cigaro, o alcoolismo ou o vício às drogas”.
Segundo a enfermeira, infelizmente “há um elemento de negação, no sentido psicológico, do que as enfermidades relacionadas com o mundo homossexual realmente significam”.
“Existem razões sem ambigüidade — acrescenta a especialista — para pensar que a homossexualidade em si produz deterioração generalizada na efetividade e funcionamento social. Sim, de fato é um vício letal, e os muitos estudos que documentam os patrões de conduta são corretos (mostram padrões compulsivos de promiscuidade, sexo anônimo, sexo por dinheiro, sexo em lugares públicos, sexo com menores, drogas concomitantes e uso de drogas, depressão, suicídio). Que a Associação Americana de Psiquiatria diga que essas características não constituem uma ‘deterioração de efetividade ou funcionamento social’ está além do que dá para se crer. Dizer que a morte de jovens não constitui uma ‘deterioração de efetividade ou funcionamento social’ é um absurdo”.
Autor: Enviado por Julio Severo
Fonte: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=16686
WASHINGTON DC, 13 Ago. 09 / 07:58 am (ACI). — Uma enfermeira norte-americana que trabalhou durante anos no hospital da faculdade de medicina da Universidade de Stanford na Califórnia (Estados Unidos) publicou recentemente um revelador artigo onde aponta para a ocultação, por razões ideológicas, das graves conseqüências das condutas homossexuais para a saúde individual e pública.
O artigo, publicado em espanhol pelo Comitê Independente Anti-AIDS, foi escrito pela enfermeira profissional Kathleen Melonakos, que revela o que observou no mundo da saúde 30 anos depois da controvertida decisão da Associação Psiquiátrica Americana (APA) de suprimir a homossexualidade como patologia, cedendo às pressões dos grupos militantes homossexuais.
“Trabalhei como enfermeira durante vários anos na década de 1980 de 1990 no Centro Médico Universitário de Stanford, onde pude ver os danos que os homossexuais fazem a seus corpos com algumas de suas práticas sexuais”, diz o artigo.
“A co-autora de meu próprio livro de referência médica, Saunders Pocket Reference for Nurses, era a chefe do departamento de cirurgia em Stanford. Estou convicta, à luz de minha experiência clínica e como conseqüência de ter feito consideráveis estudos, que a homossexualidade nem é normal nem benigna. Mais ainda, é um vício letal de conduta, tal como sublinha o Dr. Jeffrey Satinover em seu livro ‘Homossexualidade e a Política da Verdade’,” escreve Kathleen Melonakos.
“Por isso, eu sei, não existe outro grupo de pessoas nos Estados Unidos que sofre mais de enfermidades infecciosas em seus quarenta e tantos anos que o dos que praticam a homossexualidade. Isso, para mim, é trágico quando sabemos que a homossexualidade pode ser prevenida em muitos casos, ou substancialmente curada na idade adulta quando existe suficiente motivação e ajuda”.
De acordo com a especialista, as enfermidades a que os homossexuais ativos são vulneráveis podem ser classificadas como segue: Enfermidades clássicas transmitidas sexualmente (sífilis); enfermidades entéricas (infecções de espécies Giardia lamblia, — ‘enfermidade intestinal gay’ —, Hepatite A, B, C, D e citomegalovirus); traumas (que têm como conseqüência incontinência fecal, hemorróidas, fissura anal, edema penil e a síndrome de imunodeficiência adquirida AIDS).
“Minha pergunta principal é: por que a homossexualidade não é considerada uma desordem simplesmente por suas conseqüências médicas? Muito simplesmente, uma pessoa objetiva, que tão somente olhe as conseqüências de estilo de vida da homossexualidade, teria que classificá-la como algum tipo de patologia. A homossexualidade conduz ou não a uma vida dramaticamente despedaçada? Os estudos dizem que sim, alguns em até o 40%, sendo o estudo do Dr. Cameron só um de outros muitos estudos que sugerem isso. Juntos, esses estudos estabelecem que a homossexualidade é mais mortal que o cigaro, o alcoolismo ou o vício às drogas”.
Segundo a enfermeira, infelizmente “há um elemento de negação, no sentido psicológico, do que as enfermidades relacionadas com o mundo homossexual realmente significam”.
“Existem razões sem ambigüidade — acrescenta a especialista — para pensar que a homossexualidade em si produz deterioração generalizada na efetividade e funcionamento social. Sim, de fato é um vício letal, e os muitos estudos que documentam os patrões de conduta são corretos (mostram padrões compulsivos de promiscuidade, sexo anônimo, sexo por dinheiro, sexo em lugares públicos, sexo com menores, drogas concomitantes e uso de drogas, depressão, suicídio). Que a Associação Americana de Psiquiatria diga que essas características não constituem uma ‘deterioração de efetividade ou funcionamento social’ está além do que dá para se crer. Dizer que a morte de jovens não constitui uma ‘deterioração de efetividade ou funcionamento social’ é um absurdo”.
CANCER ANAL
Farrah Fawcett e o câncer anal
Autor: Julio Severo
Fonte: www.juliosevero.com
A atriz Farrah Fawcett morreu recentemente de câncer anal. Conforme informação que um médico me mandou, a maioria dos canceres de ânus são provocados pelo vírus do papiloma humano, que é transmitido por relações sexuais. No caso anal é por relações anais.
Mais informações aqui:
http://abcnews.go.com/Health/story?id=7939402&page=1
Anos atrás, conversando com uma advogada, ela contou-me como lidava com o divórcio de mulheres de pastores. Ela relatou como elas precisavam de assistência médica para tratar de vários problemas anais sérios por causa dessa relação, que estava provocando diretamente os divórcios.
Aliás, a sodomia, que é condenada na Bíblia, é mencionada em dicionários especializados não como exclusivamente uma relação anal de homossexuais, mas também de casais normais. Veja:
Sodomia (palavra originária das inclinações homossexuais dos homens da cidade de Sodoma, em Gênesis 19:1-11): 1. Cópula com uma pessoa do mesmo sexo ou com um animal. 2. Cópula sem coito, principalmente anal ou oral, com uma pessoa do sexo oposto. (Webster’s Ninth New Collegiate Dictionary, edição de 1984.)
A relação anal é errada e prejudicial, não somente de homem com homem, mas também de homem com mulher.
Farrah Fawcett pagou com a própria vida esse tipo de relação.
Autor: Julio Severo
Fonte: www.juliosevero.com
A atriz Farrah Fawcett morreu recentemente de câncer anal. Conforme informação que um médico me mandou, a maioria dos canceres de ânus são provocados pelo vírus do papiloma humano, que é transmitido por relações sexuais. No caso anal é por relações anais.
Mais informações aqui:
http://abcnews.go.com/Health/story?id=7939402&page=1
Anos atrás, conversando com uma advogada, ela contou-me como lidava com o divórcio de mulheres de pastores. Ela relatou como elas precisavam de assistência médica para tratar de vários problemas anais sérios por causa dessa relação, que estava provocando diretamente os divórcios.
Aliás, a sodomia, que é condenada na Bíblia, é mencionada em dicionários especializados não como exclusivamente uma relação anal de homossexuais, mas também de casais normais. Veja:
Sodomia (palavra originária das inclinações homossexuais dos homens da cidade de Sodoma, em Gênesis 19:1-11): 1. Cópula com uma pessoa do mesmo sexo ou com um animal. 2. Cópula sem coito, principalmente anal ou oral, com uma pessoa do sexo oposto. (Webster’s Ninth New Collegiate Dictionary, edição de 1984.)
A relação anal é errada e prejudicial, não somente de homem com homem, mas também de homem com mulher.
Farrah Fawcett pagou com a própria vida esse tipo de relação.
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