Um bom hidratante facial, com FPS, é capaz de fazer muito mais pela sua pele do que simplesmente deixá-la macia e com o toque aveludado. Se você tem o hábito de usar o produto diariamente, saiba que está muito bem munida contra rugas, flacidez, manchas e o envelhecimento precoce. A seguir, a dermatologista Carla Albuquerque lista 8 motivos para não desgrudar desse creminho mágico.
1. Evitar o ressecamento: a pele seca e desidratada é opaca, áspera, sem elasticidade e com tendência à descamação. Aquelas pequenas rugas e linhas finas de expressão também ficam mais evidentes quando a pele está ressecada. O hidratante mantém a sua umidade e acrescenta nutrientes importantes para a revitalização e regeneração do tecido. "Além disso, quando está seca, a pele pode ter a sua função de proteção comprometida, favorecendo doenças e infecções", acrescenta a dermatologista.
2. Proteger contra a poluição: os hidratantes que são enriquecidos com substâncias antioxidantes na formulação, tais como as vitaminas C, E e coffeberry podem ajudar a neutralizar os radicais livres e diminuir os danos oxidativos causados pela poluição.
3. Prevenir manchas: uma das principais causas das manchas na pele é a exposição excessiva e inadequada à radiação solar. "Os hidratantes que contém FPS e ativos clareadores na sua composição podem ajudar não só a prevenir manchas, como a clareá-las", diz Carla Albuquerque. Além do mais, o hidratante protege e mantém as propriedades da pele, dando a ela mais força para se reparar.
Hidratante facial - Foto Getty Images
4. Melhorar a luminosidade: uma nutrição adequada devolve viço à pele. Quando está desidratada, a pele geralmente fica opaca, áspera, sem vida. "Quando recuperamos a hidratação, através da aplicação de um bom hidratante, melhoramos seu aspecto, com consequente melhora da sua luminosidade", explica a dermatologista.
5. Afastar o envelhecimento precoce: o processo de envelhecimento está ligado a perda gradativa da hidratação natural da pele. "Com o hábito de hidratar a pele regularmente, nutrimos as células e podemos retardar ou pelo menos minimizar esse processo", afirma Carla. As versões com filtro solar também protegem contra a radiação solar, evitando as manchas, flacidez e rugas características do fotoenvelhecimento.
6.Controlar o brilho e a oleosidade: existem no mercado hidratantes com ativos que ajudam a controlar o brilho e oleosidade. São produtos que possuem o chamado efeito matte ou matizador. As formulações específicas para a pele oleosa também controlam a produção de sebo por causa dos seus princípios ativos, tais como o ácido azeláico e glicólico.
7. Dar mais tônus à pele: alguns hidratantes acrescentam na sua formulação ativos como o THPE, que conferem o efeito "lifting" e ajudam a melhorar o tônus da pele, dando mais firmeza.
8. Proteger contra a radiação solar: hidratantes com filtro solar ajudam a proteger a pele contra a radiação UVA e UVB, grandes responsáveis pelo envelhecimento precoce da pele e, nos casos mais graves, o câncer de pele. O raios nocivos destroem as fibras de colágeno da pele, responsáveis pela firmeza e elasticidade, favorecendo manchas, rugas e flacidez.
Ana carla
Esta foto foi tirada na praia de Almofala, distrito de Itarema. quando fui ministar aulas na Universidade
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
AMOR...
Confissões de um filósofo: sobre o amor
Quem poderá explicar a sua origem? Filósofos, teólogos, psicólogos e curiosos tentam dar uma razão ao sentido dele existir. Poetas da alma procuram respostas. Alguns dizem que ele vem sem esperar. Outros que ele nasce aos poucos. Uns dizem que ele surge de um lindo olhar. Outros que falam que o conheceram através de um sorriso.
Buscar razões para a sua existência talvez seja percorrer uma estrada sem fim. Onde cada curva revela-nos os mais belos horizontes ainda não conhecidos. Ele é assim: uma surpresa a cada novo momento. Semelhante as flores que desabrocham e exalam o seu mais suave perfume. Mario Quintana sabia que se morresse deste mal ainda continuaria vivendo: “Tão bom morrer de amor e continuar vivendo”.
O amor é como uma noite de estrelas iluminando a infinitude de nossa alma. Compreende-lo é romper com o mistério que o torna único. Suas razões são tão variadas como as flores de um jardim. Porém de uma coisa sabemos: é preciso cultivá-lo. Amor que não é cultivado é como uma planta que vai se secando por falta de água.
Antoine de Saint-Exupéry compreendia em seu coração a direção que o amor seguia: “Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção”. Sim, seguir os mesmos passos. Andar juntos. Porém sem atropelar o outro. Olhar com a mesma alegria, como o sol nos olha todas as manhãs. Iluminar cada tristeza com a presença de quem descobriu o sentido de viver.
Quem disse que os filósofos não amam? Até mesmo os mestres da razão têm suas razões emocionais que a própria razão desconhece. Albert Camus concebia o amor como uma presença até o fim da existência: “Amar uma pessoa significa querer envelhecer com ela”. Muitos, assim como Camus, sonham com está experiência de amar até que a morte os separe. Quem irá condená-lo? Eu não me arriscaria!
Tantos livros sobre o amor. Tantas explicações e teses. Busca-se compreender o que existe para ser vivenciado. Drummond sabia muito bem desta verdade: “Se você sabe explicar o que sente, não ama, pois o amor foge de todas as explicações possíveis”. Como explicar o que é impossível?
Amor talvez seja colher flores nos jardins que habitam nossa alma. Regar logo de manhã para que cresçam no transcorrer do dia. Arrancar as ervas daninhas que insistem em crescer. Curar feridas que o tempo não cicatrizou. Construir colchas com os retalhos de uma vida.
Explicar o amor é vã ilusão. Fugir do amor e fugir de si mesmo. Pois ele brota no coração. Nasce devagar, às vezes incomoda, causa dores e alegrias. Viver talvez seja fazermos a mais bela experiência de amar. Charles Chaplin pode confirmar o que hoje lhes confesso: “O homem não morre quando deixa de viver, mas sim quando deixa de amar”.
Quer morrer antes do tempo? Deixe de amar. Deixe de sonhar e ter esperanças. Assim conseguirá chegar mais rápido aonde quase ninguém deseja ir.
Partilhar as dores e alegrias desta existência está implícito no ato de amar. Mudar, dar lugar, peregrinar para outras existências que entram em nossa história. Mario Quintana deve ter feito está linda experiência em sua vida. Pois ele profetizou este sentimento do eterno peregrinar: “Amar é mudar a alma de casa”.
Ontem voltando para minha casa vinha pensando nestas questões. Antes de chegar até minha casa percorro carinhosamente o jardim que cultivo com imenso amor. Olhando para uma das rosas mais lindas daquele recanto amoroso, pude ouví-la dizer-me uma sábia frase de William Shakespeare: “O amor não se vê com os olhos mas com o coração”.
Flávio Sobreiro
Filósofo pela PUCCAMP, Teólogo pela FACAPA, Estudante de Filosofia Clínica, Escritor e Poeta.
Quem poderá explicar a sua origem? Filósofos, teólogos, psicólogos e curiosos tentam dar uma razão ao sentido dele existir. Poetas da alma procuram respostas. Alguns dizem que ele vem sem esperar. Outros que ele nasce aos poucos. Uns dizem que ele surge de um lindo olhar. Outros que falam que o conheceram através de um sorriso.
Buscar razões para a sua existência talvez seja percorrer uma estrada sem fim. Onde cada curva revela-nos os mais belos horizontes ainda não conhecidos. Ele é assim: uma surpresa a cada novo momento. Semelhante as flores que desabrocham e exalam o seu mais suave perfume. Mario Quintana sabia que se morresse deste mal ainda continuaria vivendo: “Tão bom morrer de amor e continuar vivendo”.
O amor é como uma noite de estrelas iluminando a infinitude de nossa alma. Compreende-lo é romper com o mistério que o torna único. Suas razões são tão variadas como as flores de um jardim. Porém de uma coisa sabemos: é preciso cultivá-lo. Amor que não é cultivado é como uma planta que vai se secando por falta de água.
Antoine de Saint-Exupéry compreendia em seu coração a direção que o amor seguia: “Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção”. Sim, seguir os mesmos passos. Andar juntos. Porém sem atropelar o outro. Olhar com a mesma alegria, como o sol nos olha todas as manhãs. Iluminar cada tristeza com a presença de quem descobriu o sentido de viver.
Quem disse que os filósofos não amam? Até mesmo os mestres da razão têm suas razões emocionais que a própria razão desconhece. Albert Camus concebia o amor como uma presença até o fim da existência: “Amar uma pessoa significa querer envelhecer com ela”. Muitos, assim como Camus, sonham com está experiência de amar até que a morte os separe. Quem irá condená-lo? Eu não me arriscaria!
Tantos livros sobre o amor. Tantas explicações e teses. Busca-se compreender o que existe para ser vivenciado. Drummond sabia muito bem desta verdade: “Se você sabe explicar o que sente, não ama, pois o amor foge de todas as explicações possíveis”. Como explicar o que é impossível?
Amor talvez seja colher flores nos jardins que habitam nossa alma. Regar logo de manhã para que cresçam no transcorrer do dia. Arrancar as ervas daninhas que insistem em crescer. Curar feridas que o tempo não cicatrizou. Construir colchas com os retalhos de uma vida.
Explicar o amor é vã ilusão. Fugir do amor e fugir de si mesmo. Pois ele brota no coração. Nasce devagar, às vezes incomoda, causa dores e alegrias. Viver talvez seja fazermos a mais bela experiência de amar. Charles Chaplin pode confirmar o que hoje lhes confesso: “O homem não morre quando deixa de viver, mas sim quando deixa de amar”.
Quer morrer antes do tempo? Deixe de amar. Deixe de sonhar e ter esperanças. Assim conseguirá chegar mais rápido aonde quase ninguém deseja ir.
Partilhar as dores e alegrias desta existência está implícito no ato de amar. Mudar, dar lugar, peregrinar para outras existências que entram em nossa história. Mario Quintana deve ter feito está linda experiência em sua vida. Pois ele profetizou este sentimento do eterno peregrinar: “Amar é mudar a alma de casa”.
Ontem voltando para minha casa vinha pensando nestas questões. Antes de chegar até minha casa percorro carinhosamente o jardim que cultivo com imenso amor. Olhando para uma das rosas mais lindas daquele recanto amoroso, pude ouví-la dizer-me uma sábia frase de William Shakespeare: “O amor não se vê com os olhos mas com o coração”.
Flávio Sobreiro
Filósofo pela PUCCAMP, Teólogo pela FACAPA, Estudante de Filosofia Clínica, Escritor e Poeta.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Ômega-3 reduz risco de psicose
Ômega-3 reduz risco de psicose
Cápsulas de óleo de peixe não têm efeitos colaterais como os antipsicóticos
A esquizofrenia afeta aproximadamente 1% da população. O distúrbio, em geral, surge pela primeira vez na adolescência, deflagrando sintomas como mania de perseguição e isolamento social. Um estudo realizado por um grupo de psiquiatras coordenados por Paul Amminger, da Universidade de Viena, indica que ácidos graxos poliinsaturados na alimentação podem reduzir o risco da patologia. Os cientistas avaliaram 81 pessoas entre 13 e 25 anos que apresentavam leves sintomas psicóticos ou tinham predisposição familiar. Durante 12 semanas, 41 participantes tomaram diariamente 1,2 grama de óleo de peixe, substância que contém grande porcentagem de ômega-3. Os demais receberam placebo. No ano seguinte, entre os participantes do grupo-controle 11 desenvolveram psicose completa e do outro, apenas 2 apresentaram a doença. Entre os que foram tratados com óleo de peixe, vários relataram sensível melhora nos sintomas. Os pesquisadores atribuem o efeito protetor dos ácidos graxos a alterações nas membranas das células neurais. Cápsulas de óleo de peixe não têm efeitos colaterais como os antipsicóticos, que frequentemente causam aumento de peso ou perda da libido, um problema principalmente para pacientes jovens.
www.mentecerebro.com.br
Cápsulas de óleo de peixe não têm efeitos colaterais como os antipsicóticos
A esquizofrenia afeta aproximadamente 1% da população. O distúrbio, em geral, surge pela primeira vez na adolescência, deflagrando sintomas como mania de perseguição e isolamento social. Um estudo realizado por um grupo de psiquiatras coordenados por Paul Amminger, da Universidade de Viena, indica que ácidos graxos poliinsaturados na alimentação podem reduzir o risco da patologia. Os cientistas avaliaram 81 pessoas entre 13 e 25 anos que apresentavam leves sintomas psicóticos ou tinham predisposição familiar. Durante 12 semanas, 41 participantes tomaram diariamente 1,2 grama de óleo de peixe, substância que contém grande porcentagem de ômega-3. Os demais receberam placebo. No ano seguinte, entre os participantes do grupo-controle 11 desenvolveram psicose completa e do outro, apenas 2 apresentaram a doença. Entre os que foram tratados com óleo de peixe, vários relataram sensível melhora nos sintomas. Os pesquisadores atribuem o efeito protetor dos ácidos graxos a alterações nas membranas das células neurais. Cápsulas de óleo de peixe não têm efeitos colaterais como os antipsicóticos, que frequentemente causam aumento de peso ou perda da libido, um problema principalmente para pacientes jovens.
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sábado, 4 de dezembro de 2010
VARIZES
Cerca de 35% da população brasileira apresenta algum grau de varizes. Segundo o Ministério da Saúde, a doença é a 14ª causa de afastamento temporário. As varizes representam um grave problema de saúde pública no Brasil. Há 5 anos, o Prof. Dr. Eduardo Toledo Aguiar, membro da SBACV (Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular) e diretor clínico da Spaço Vascular, trata de pacientes com varizes somente com o método espuma. Pioneiro no Brasil na utilização do método, o professor já atendeu mais de 1500 casos com resultados expressivos. "Ao contrário da cirurgia, os pacientes que tratam as varizes com o método espuma não se afastam de suas atividades. O procedimento não é cirúrgico e a pessoa pode realizar o tratamento na hora do almoço, por exemplo", afirma o médico.
O método espuma é utilizado para todos os graus de varizes, que são classificadas em seis tipos, variando do C1 ao C6. Os vasinhos pequenos são considerados varizes do tipo C1. As varizes de grosso calibre ou até mesmo feridas provocadas por distúrbios venosos estão entre as classificações C2 e C6. Logo após a injeção da espuma (com aspecto semelhante a uma espuma de barbear), a veia comprometida fica enrijecida e sensível ao toque. O paciente pode retomar a rotina normalmente. Este aspecto desaparece em aproximadamente um mês, com o auxílio de medicamentos dermatológicos específicos e uso de meia elástica. A técnica é utilizada amplamente na Europa. No Brasil, a adoção do método é crescente.
Os números apresentados em congressos e eventos da área revelam a tendência da diminuição do número de cirurgias. Dos pacientes atendidos, 99% não apresentaram varizes residuais no final do tratamento e 86% das úlceras foram cicatrizadas. 71% dos pacientes não apresentaram manchas associadas. 20% dos pacientes têm idade entre 40 e 49 anos, enquanto 30% têm entre 50 e 59. "A comunidade médico científica está começando a enxergar o método com bons olhos. As estatísticas e os resultados não deixam dúvidas de que o método espuma irá substituir a cirurgia", finaliza Prof. Eduardo.
O método espuma é utilizado para todos os graus de varizes, que são classificadas em seis tipos, variando do C1 ao C6. Os vasinhos pequenos são considerados varizes do tipo C1. As varizes de grosso calibre ou até mesmo feridas provocadas por distúrbios venosos estão entre as classificações C2 e C6. Logo após a injeção da espuma (com aspecto semelhante a uma espuma de barbear), a veia comprometida fica enrijecida e sensível ao toque. O paciente pode retomar a rotina normalmente. Este aspecto desaparece em aproximadamente um mês, com o auxílio de medicamentos dermatológicos específicos e uso de meia elástica. A técnica é utilizada amplamente na Europa. No Brasil, a adoção do método é crescente.
Os números apresentados em congressos e eventos da área revelam a tendência da diminuição do número de cirurgias. Dos pacientes atendidos, 99% não apresentaram varizes residuais no final do tratamento e 86% das úlceras foram cicatrizadas. 71% dos pacientes não apresentaram manchas associadas. 20% dos pacientes têm idade entre 40 e 49 anos, enquanto 30% têm entre 50 e 59. "A comunidade médico científica está começando a enxergar o método com bons olhos. As estatísticas e os resultados não deixam dúvidas de que o método espuma irá substituir a cirurgia", finaliza Prof. Eduardo.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Evite 7 problemas de saúde...
Você vira de costas e olha o bumbum no espelho: perfeito, sem nenhuma sobra de tecido. Nas pernas, a mesma coisa, coxas e penas desenhadas dentro da sua calça jeans. Com ou sem strecht, o modelo ideal deve se ajustar perfeitamente ao corpo, como tivesse sido costurado nele. A vaidade, no entanto, pode custar mais caro do que você imagina.
"Roupas apertadas, principalmente as confeccionadas em tecidos grossos, podem prejudicar a circulação sangüínea e causar, além de dores, varizes", afirma o médico angiologista Augustus César de Araújo, de Brasília. É o caso do jeans: mesmo com elástico, ele comprime o corpo e prejudica a passagem do sangue.
Mas os problemas não param por aí. Dificuldades de digestão e de respiração, cansaço fora do normal e problemas ligados aos órgãos sexuais são alguns dos riscos que você corre ao privilegiar as peças justas no guarda-roupa. Os prejuízos envolvem várias áreas da saúde, como mostram os especialistas entrevistados pelo MinhaVida: além do angiologista, atente às dicas do dermatologista Gilvan Alves, de Brasília, da nutricionista do MinhaVida Karina Gallerani, e do ginecologista Odair Albano, do Hospital Maternidade de Campinas.
1. Circulação sob risco
As roupas apertadas podem dificultar o retorno do sangue venoso, que passa muito tempo nos membros inferiores. Essas roupas geram compressões, ao longo da perna e na região abdominal, sem uma graduação adequada.
2. Varizes
Elas prejudicam principalmente as mulheres. Isso porque a progesterona, um dos hormônios femininos, causa a dilatação das veias além do calibre normal. Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que 17% da população sofre com problemas vasculares, as varizes entre eles. Quando você usa roupas apertadas, prejudica sua circulação, aumentando as estatísticas. Principalmente se há casos de varizes na sua família ou se você toma algum tipo de contracepção hormonal, prefira peças mais larguinhas.
3. Celulites
Não é que as roupas apertadas causem celulites. Mas elas retardam o tratamento ou favorecem o surgimento dos furinhos. Quando há formação dos nódulos de gordura, causadores de celulite, a circulação sangüínea fica prejudicada nestas regiões. Se você usa roupas apertadas, prejudica ainda mais a passagem do sangue, agravando o quadro. Ou seja, a celulite de grau 1 evolui para grau 2 e assim por diante.
4. Respiração
Roupas muito apertadas ou um cinto ajustado demais prejudicam a passagem de ar pelo seu corpo. Resultado: você pratica a chama respiração curta na maior parte do dia, ou seja, a inspiração só chega até a parte alta do tórax. Com isso, as trocas gasosas não acontecem de maneira eficiente e seu corpo acumula mais gás carbônico, que é tóxico e acelera a oxidação das células, provocando o envelhecimento. A respiração curta deixa o cérebro mal oxigenado, dificultando a concentração e trazendo ansiedade: portanto, livre-se das roupas apertadas quando precisar de calma.
5. Dores nas costas
Acha que não tem nada a ver? Então compare, marcando suas sensações por dois dias seguidos. Num, use uma combinação bem justa e, no outro, escolha um modelo que deixe seu corpo bem à vontade. A diferença é notável: vestindo peças que restringem seus movimentos, você é obrigado a sobrecarregar os músculos e as vértebras para realizar atividades que, normalmente, nem exigiriam tanto esforço. Com o quadril comprimido, sua coluna sofre para dar suporte aos movimentos. O mesmo vale para as camisas que impedem os braços de se mexerem-se: por causa disso, os ombros encerram o dia com uma sensação de peso e, às vezes, até ardência e formigamento.
6. Digestão
O problema, neste caso, deve-se principalmente às calças e cintos que apertam demais sua barriga. Após as refeições, seu estômago dilata-se (é nele onde ocorre parte da digestão, graças à ação dos ácidos presentes ali). No entanto, a pressão das roupas pode fazer com que os ácidos do estômago refluam para o esôfago, causando azia e refluxo.
7. Saúde sexual
Entre as mulheres, o uso de roupas apertadas pode favorecer o corrimento. Com a umidade e a temperatura alta, a região genital torna-se propícia ao desenvolvimento de fungos e bactérias que podem causar doenças como a candidíase. Nos homens, o risco em vestir calças e cuecas apertadas demais está em afetar a quantidade e a qualidade dos espermatozóides produzidos, além de causar dor nos testículos.
www.minhavida.com.br
"Roupas apertadas, principalmente as confeccionadas em tecidos grossos, podem prejudicar a circulação sangüínea e causar, além de dores, varizes", afirma o médico angiologista Augustus César de Araújo, de Brasília. É o caso do jeans: mesmo com elástico, ele comprime o corpo e prejudica a passagem do sangue.
Mas os problemas não param por aí. Dificuldades de digestão e de respiração, cansaço fora do normal e problemas ligados aos órgãos sexuais são alguns dos riscos que você corre ao privilegiar as peças justas no guarda-roupa. Os prejuízos envolvem várias áreas da saúde, como mostram os especialistas entrevistados pelo MinhaVida: além do angiologista, atente às dicas do dermatologista Gilvan Alves, de Brasília, da nutricionista do MinhaVida Karina Gallerani, e do ginecologista Odair Albano, do Hospital Maternidade de Campinas.
1. Circulação sob risco
As roupas apertadas podem dificultar o retorno do sangue venoso, que passa muito tempo nos membros inferiores. Essas roupas geram compressões, ao longo da perna e na região abdominal, sem uma graduação adequada.
2. Varizes
Elas prejudicam principalmente as mulheres. Isso porque a progesterona, um dos hormônios femininos, causa a dilatação das veias além do calibre normal. Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que 17% da população sofre com problemas vasculares, as varizes entre eles. Quando você usa roupas apertadas, prejudica sua circulação, aumentando as estatísticas. Principalmente se há casos de varizes na sua família ou se você toma algum tipo de contracepção hormonal, prefira peças mais larguinhas.
3. Celulites
Não é que as roupas apertadas causem celulites. Mas elas retardam o tratamento ou favorecem o surgimento dos furinhos. Quando há formação dos nódulos de gordura, causadores de celulite, a circulação sangüínea fica prejudicada nestas regiões. Se você usa roupas apertadas, prejudica ainda mais a passagem do sangue, agravando o quadro. Ou seja, a celulite de grau 1 evolui para grau 2 e assim por diante.
4. Respiração
Roupas muito apertadas ou um cinto ajustado demais prejudicam a passagem de ar pelo seu corpo. Resultado: você pratica a chama respiração curta na maior parte do dia, ou seja, a inspiração só chega até a parte alta do tórax. Com isso, as trocas gasosas não acontecem de maneira eficiente e seu corpo acumula mais gás carbônico, que é tóxico e acelera a oxidação das células, provocando o envelhecimento. A respiração curta deixa o cérebro mal oxigenado, dificultando a concentração e trazendo ansiedade: portanto, livre-se das roupas apertadas quando precisar de calma.
5. Dores nas costas
Acha que não tem nada a ver? Então compare, marcando suas sensações por dois dias seguidos. Num, use uma combinação bem justa e, no outro, escolha um modelo que deixe seu corpo bem à vontade. A diferença é notável: vestindo peças que restringem seus movimentos, você é obrigado a sobrecarregar os músculos e as vértebras para realizar atividades que, normalmente, nem exigiriam tanto esforço. Com o quadril comprimido, sua coluna sofre para dar suporte aos movimentos. O mesmo vale para as camisas que impedem os braços de se mexerem-se: por causa disso, os ombros encerram o dia com uma sensação de peso e, às vezes, até ardência e formigamento.
6. Digestão
O problema, neste caso, deve-se principalmente às calças e cintos que apertam demais sua barriga. Após as refeições, seu estômago dilata-se (é nele onde ocorre parte da digestão, graças à ação dos ácidos presentes ali). No entanto, a pressão das roupas pode fazer com que os ácidos do estômago refluam para o esôfago, causando azia e refluxo.
7. Saúde sexual
Entre as mulheres, o uso de roupas apertadas pode favorecer o corrimento. Com a umidade e a temperatura alta, a região genital torna-se propícia ao desenvolvimento de fungos e bactérias que podem causar doenças como a candidíase. Nos homens, o risco em vestir calças e cuecas apertadas demais está em afetar a quantidade e a qualidade dos espermatozóides produzidos, além de causar dor nos testículos.
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