sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Colesterol

Como controlar os níveis de colesterol
Para evitar o aumento das poderosas taxas de colesterol, reduza o consumo de alimentos como: carnes, frutos do mar, miúdos, gema de ovo, leite e derivados, lingüiça, salsicha, salame e presunto. Estes alimentos possuem gorduras saturadas, que devem ser substituídas pelas gorduras poliinsaturadas. (Dica da Sociedade Brasileira de Cardiologia- SBC)

O risco de enfarte em homens com colesterol alto é quatro vezes maior. As mulheres estão protegidas pelos hormônios, mas só até a menopausa. A SBC recomenda que qualquer pessoa com mais de 20 anos examine seu nível de colesterol.

A prática de exercícios físicos representa uma das melhores formas de controle do colesterol e, em alguns casos, o acompanhamento médico periódico é indispensável.

O Hospital Português conta um dos mais preparados serviços de cardiologia do país, dispondo de avançados recursos de diagnóstico e tratamento, alem de excelentes profissionais no seu Centro Médico.

Recomendações

Os níveis de LDL podem se elevar, principalmente, por dois fatores:

- O genético, que é o mais importante. Pessoas que têm parentes diretos com colesterol alto e história familiar de arterosclerose devem ter seu colesterol dosado.

- A dieta. A dieta rica em gorduras saturadas e colesterol aumenta os níveis do colesterol LDL no sangue.

- O colesterol alto não apresenta sintomas, por isso, quem tem história de morte na família por infarto, doença Arterosclerótica, tem Obesidade, é Sedentário, e alimenta-se com ingestão exagerada de gorduras saturadas, tem mais chances de ter colesterol alto.

Recomendações para quem tem colesterol elevado:

* Muita atenção com alimentos originários do reino animal. São eles que contém colesterol. Os alimentos do reino vegetal não contém colesterol.

* Evite leite integral e seus derivados (queijos, principalmente amarelos, manteiga, creme de leite), biscoitos amanteigados, croissants, folhados, sorvetes cremosos, embutidos em geral (lingüiça salsicha e frios), carnes vermelhas gordurosas, carne de porco (bacon, torresmos), vísceras (fígado, miolo, miúdos); pele de animais terrestres, animais marinhos (camarão, lagosta, sardinha e outros frutos do mar).

* Especial atenção deve-se dar à redução da ingestão de gema de ovo (225mg/unidade), não se esquecendo que ela participa também do preparo de diversos alimentos (bolos, tortas, panquecas, macarrão, etc).


Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia

Diabetes

Dez dicas para se proteger do câncer
1. Pare de fumar! Esta é a regra mais importante para prevenir o câncer.

2. Uma alimentação saudável pode reduzir as chances de câncer em pelo menos 40%. Coma mais frutas, legumes, verduras, cereais e menos alimentos gordurosos, salgados e enlatados. Sua dieta deveria conter diariamente, pelo menos, cinco porções de frutas, verduras e legumes.

Dê preferência às gorduras de origem vegetal como o azeite extra virgem, óleo de soja e de girassol, entre outros, lembrando sempre que não devem ser expostas a altas temperaturas. Evite gorduras de origem animal (leite e derivados, carne de porco, carne vermelha, pele de frango etc) e algumas gorduras vegetais como margarinas e gordura vegetal hidrogenada.

3. Evite ou limite a ingestão de bebidas alcoólicas. Os homens não devem tomar mais do que dois drinks por dia, enquanto as mulheres devem limitar este consumo a um drink. Além disso, pratique atividades físicas moderadamente durante pelo menos 30 minutos, cinco vezes por semana.

4. É aconselhável que homens, entre 50 e 70 anos, na oportunidade de uma consulta médica, orientem-se sobre a necessidade de investigação do câncer da próstata.

5. Os homens acima de 45 anos e com histórico familiar de pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos devem realizar consulta médica para investigação de câncer da próstata.

6. As mulheres, com 40 anos ou mais, devem realizar o exame clínico das mamas anualmente. Além disto, toda mulher, entre 50 e 69 anos, deve fazer uma mamografia a cada dois anos.

As mulheres com caso de câncer de mama na família (mãe, irmã, filha etc, diagnosticados antes dos 50 anos), ou aquelas que tiverem câncer de ovário ou câncer em uma das mamas, em qualquer idade, devem realizar o exame clínico e mamografia, a partir dos 35 anos de idade, anualmente.

7. As mulheres com idade entre 25 e 59 anos devem realizar exame preventivo ginecológico. Após dois exames normais seguidos, deverá realizar um exame a cada três anos. Para os exames alterados, deve-se seguir as orientações médicas.

8. É recomendável que mulheres e homens, com 50 anos ou mais, realizem exame de sangue oculto nas fezes, a cada ano (preferencialmente), ou a cada dois anos.

9. No lazer, evite exposição prolongada ao sol, entre 10h e 16h, e use sempre proteção adequada como chapéu, barraca e protetor solar. Se você se expõe ao sol durante a jornada de trabalho, procure usar chapéu de aba larga, camisa de manga longa e calça comprida.

10. Realize diariamente a higiene oral (escovação) e consulte o dentista regularmente.


Fontes: INCA/MS, 2002. Prevenção e Controle de Câncer. Revista Brasileira de Cancerologia, 2002, 48(3):317-332
INCA/MS, 2002. Programa nacional de Controle do Câncer da Próstata: documento de consenso
INCA/MS, 2003. Consenso para o Controle do Câncer de Mama

Dez maneiras de evitar C.A.

Dez dicas para se proteger do câncer
1. Pare de fumar! Esta é a regra mais importante para prevenir o câncer.

2. Uma alimentação saudável pode reduzir as chances de câncer em pelo menos 40%. Coma mais frutas, legumes, verduras, cereais e menos alimentos gordurosos, salgados e enlatados. Sua dieta deveria conter diariamente, pelo menos, cinco porções de frutas, verduras e legumes.

Dê preferência às gorduras de origem vegetal como o azeite extra virgem, óleo de soja e de girassol, entre outros, lembrando sempre que não devem ser expostas a altas temperaturas. Evite gorduras de origem animal (leite e derivados, carne de porco, carne vermelha, pele de frango etc) e algumas gorduras vegetais como margarinas e gordura vegetal hidrogenada.

3. Evite ou limite a ingestão de bebidas alcoólicas. Os homens não devem tomar mais do que dois drinks por dia, enquanto as mulheres devem limitar este consumo a um drink. Além disso, pratique atividades físicas moderadamente durante pelo menos 30 minutos, cinco vezes por semana.

4. É aconselhável que homens, entre 50 e 70 anos, na oportunidade de uma consulta médica, orientem-se sobre a necessidade de investigação do câncer da próstata.

5. Os homens acima de 45 anos e com histórico familiar de pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos devem realizar consulta médica para investigação de câncer da próstata.

6. As mulheres, com 40 anos ou mais, devem realizar o exame clínico das mamas anualmente. Além disto, toda mulher, entre 50 e 69 anos, deve fazer uma mamografia a cada dois anos.

As mulheres com caso de câncer de mama na família (mãe, irmã, filha etc, diagnosticados antes dos 50 anos), ou aquelas que tiverem câncer de ovário ou câncer em uma das mamas, em qualquer idade, devem realizar o exame clínico e mamografia, a partir dos 35 anos de idade, anualmente.

7. As mulheres com idade entre 25 e 59 anos devem realizar exame preventivo ginecológico. Após dois exames normais seguidos, deverá realizar um exame a cada três anos. Para os exames alterados, deve-se seguir as orientações médicas.

8. É recomendável que mulheres e homens, com 50 anos ou mais, realizem exame de sangue oculto nas fezes, a cada ano (preferencialmente), ou a cada dois anos.

9. No lazer, evite exposição prolongada ao sol, entre 10h e 16h, e use sempre proteção adequada como chapéu, barraca e protetor solar. Se você se expõe ao sol durante a jornada de trabalho, procure usar chapéu de aba larga, camisa de manga longa e calça comprida.

10. Realize diariamente a higiene oral (escovação) e consulte o dentista regularmente.


Fontes: INCA/MS, 2002. Prevenção e Controle de Câncer. Revista Brasileira de Cancerologia, 2002, 48(3):317-332
INCA/MS, 2002. Programa nacional de Controle do Câncer da Próstata: documento de consenso
INCA/MS, 2003. Consenso para o Controle do Câncer de Mama

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Vesícula

Pedra de vesícula
O fígado tem várias funções, dentre as quais a produção de bile. A bile é necessária para digerir as gorduras que ingerimos. O fígado produz 2 litros de bile por dia, em ritmo constante de produção. A bile goteja pelo canal do fígado (ducto colédoco), até desembocar no duodeno (duodeno é a primeira parte do intestino). Dessa forma o duodeno sempre tem bile para “recepcionar” uma eventual ingestão de gordura.

O canal do fígado (colédoco) tem uma ligação com um pequeno depósito chamado vesícula biliar, que armazena um pouco da quantidade da bile produzida (20 ml). Quando ingerimos uma refeição gordurosa, o duodeno “avisa” a vesícula sobre a presença de gordura. Em resposta a este aviso, a vesícula se contrai, enviando cerca de 20 ml de bile para o coledoco, o que promove uma pequena injeção extra de bile no duodeno, sincrônica à ingestão gordurosa, e isto auxilia a digestão das gorduras ingeridas.

Algumas famílias, cerca de 20 % das famílias do planeta, têm como característica genética a Preguiça da Vesícula Biliar. Nessas pessoas a vesícula biliar não se contrai por muito tempo, e assim os 20 ml de bile, que deveriam ir para o coledoco, permanecem na vesícula, onde passam por processo de desidratação, concentração e finalmente a bile começa a empedrar. É desse modo que se formam as pedras da vesícula.

As pedras da vesícula promovem sintomas e podem originar complicações.

Os sintomas mais comuns são náuseas e empachamento após refeições gordurosas.

As complicações são devidas à migração dos cálculos . Assim, se um cálculo migrar para o ponto de junção da vesícula com o coledoco, ocorre o entupimento da vesícula. Isso faz com que a vesícula se contraia, numa tentativa de se desobstruir. Instala-se, então, um quadro de dor intensa que se irradia para as costas, geralmente acompanhado de vômitos .

Freqüentemente obriga o paciente a procurar um Pronto Socorro, onde recebe medicação antiespasmódica (Ex. Buscopan), que provoca o relaxamento da vesícula e permite que a pedra volte para a vesícula, o que alivia a crise . Algumas vezes o encaixe da pedra na junção da vesícula ao coledoco é tão firme, que a pedra não consegue voltar; nesse caso a cólica não passa . A vesícula entra em sofrimento, infecção e posterior perfuração com peritonite grave. Esse quadro é chamado Colecistite Aguda.

Algumas vezes estas pedras passam da vesícula para o canal do fígado (coledoco) e o entopem - nesse caso a produção de bile do fígado não consegue escoar para o duodeno. Ocorrem cólicas e a bile represada no fígado reflui para o sangue, surgindo assim a icterícia (coloração amarelada do paciente). Esse quadro é chamado Coledocolitíase.

Quando a pedra da vesícula entope o coledoco pode ocorrer também o entupimento do canal do pâncreas, causando a temível Pancreatite Aguda.

Essas 3 complicações são muito graves, têm inicio súbito, e podem até mesmo provocar a morte do paciente.

Outra complicação da vesícula que contém pedras é que nela pode surgir um Câncer, com freqüência muito maior que na vesícula normal. Trata-se de uma patologia rara porém, quase na totalidade dos casos, incurável.

Assim, se encontramos pedras na vesícula significa que ela é preguiçosa, portanto, não tem mais função. Além disso ela representa risco constante de cólica, colecistite aguda, coledocolitíase, pancreatite aguda e câncer.

Por isso é consenso que a vesícula com pedras deve ser extirpada (colecistectomia), e a técnica mais aceita para esta cirurgia é a videolaparoscopica.


Fonte: www.francoerizzi.com.br/

Hérnia

Hérnia inguinal
O abdômen é uma caixa que contém fígado, estômago, baço, intestinos, etc.

Como toda caixa, o abdômen tem suas paredes. Existe uma parede interna, firme, e uma parede externa, frouxa (basicamente gordura e pele).

O “elemento firme” da parede interna é o músculo. Porém nessa caixa existem pontos sem músculo, que são seus “pontos fracos”. Nesses pontos existem aponevroses e fascias, tecidos resistentes que garantem a firmeza da caixa mesmo nos pontos que não tenha músculo. Os pontos fracos mais comuns são o umbigo e as virilhas.

Algumas famílias têm como característica uma deficiência na síntese de colágeno. Essa deficiência leva à fraqueza das aponeuroses e fascias que protegem os pontos fracos e, dessa forma, surgem buracos na estrutura firme do abdômen. Aos buracos na “estrutura firme“ damos o nome de hérnia. Quando a hérnia ocorre na virilha damos o nome de Hérnia Inguinal (essa é a localização mais comum das hérnias).

O conteúdo do abdômen (principalmente os intestinos) se encaixa pelas hérnias e fica recoberto apenas pela parede frouxa, externa (gordura e pele). Essa passagem dos intestinos pela hérnia cria um “caroço mole” que empurra a pele. Geralmente quem tem hérnia costuma empurrar os intestinos, através da pele, para dentro do abdômen. Essa manobra pode ser dolorosa e algumas vezes impossível.

Quando não se consegue devolver o intestino, ocorre o que chamamos Hérnia Encarcerada.

A hérnia encarcerada consiste uma urgência, pois se não for operada pode evoluir para necrose do intestino estrangulado, com peritonite e risco de vida.

O tratamento da Hérnia Inguinal (ou de outra localização) é sempre cirúrgico. Consiste, basicamente, em devolver para o abdômen o intestino que saiu pela hérnia e a seguir, fechar o buraco. Esse fechamento deve ser feito sem tensão em nenhum ponto.

Rotineiramente usamos uma tela de material específico (Marlex ou Prolene) para revestir o defeito. Esse revestimento servirá como molde e suporte para que o paciente fabrique sua própria fascia.

Existem duas formas de colocação da tela na hérnia inguinal:

a) Através de incisão na parede frouxa externa (gordura e pele);

b) Através da videolaparoscopia (sem incisão das estruturas superficiais).

Na nossa clínica preferimos a cirurgia videolaparoscopica, que permite fixar a tela sem danificar as estruturas superficiais, proporcionando ao paciente uma melhor recuperação. Quando introduzimos a ótica, podemos avaliar se existe hérnia na outra virilha e fazer a cirurgia dos dois lados no mesmo tempo cirúrgico.


Fonte: www.francoerizzi.com.br

Apendicite

Apendicite
O tubo digestivo é uma longa avenida de 10 metros. Inicia na boca, e segue como esôfago, estômago, duodeno, intestino delgado (jejuno e íleo), intestino grosso (cólon), reto e ânus.

O intestino grosso se divide em Cólon (Direito, Transverso, Esquerdo), Reto e Ânus. No início do Cólon Direito existe um pequeno orifício, que origina uma estreita “rua sem saída” do tamanho e formato de uma “minhoca”. Essa minhoca é chamada de Apêndice Cecal.

As fezes que circulam pelo intestino entram e saem dessa minhoca livremente, e geralmente não causam nenhum dano. Mas pode acontecer que uma semente, ou um pequeno caroço, ou um fecalito (pequeno pedaço muito duro de fezes), entre no apêndice e fique “entalado“, entupindo o apêndice.

Como em toda víscera, a situação de entupimento tem como reflexo a contração muscular vigorosa, na tentativa de promover a desobstrução. Se o paciente tiver sorte o apêndice consegue devolver a “rolha” para o intestino. Caso o apêndice se mantenha entupido por algumas horas, tem início um quadro de sofrimento, cuja inflamação culmina em abscesso, perfuração e peritonite em 2 ou 3 dias , com grande risco de vida .

O quadro clínico é dor abdominal, principalmente do lado direito, acompanhada, às vezes, de febre e náuseas. Esse quadro clínico é muito semelhante a uma simples intoxicação alimentar, ou a uma dor de ovulação, ou ruptura de pequeno cisto de ovário ,etc .Por isso recomenda-se que qualquer dor abdominal que não passe sozinha em 6 horas, deve ser avaliada por um médico.

Esse quadro de dor abdominal aguda, que leva o paciente a procurar um médico, é chamado de “Abdômen Agudo”, e requer um diagnóstico preciso e precoce. O tempo é o grande inimigo, pois em dois dias a peritonite pode estar instalada e o risco de vida também.

Não existe método diagnóstico que indique com precisão um quadro de apendicite. O exame físico, realizado pelo médico, apenas pode levantar essa suspeita.

Devido aos riscos implicados na apendicite aguda, a suspeita dela já é motivo suficiente para indicar seu tratamento: a cirurgia para retirar o apêndice e limpar o abdômen de possível contaminação. Concomitantemente à cirurgia, faz-se uso de antibióticos.

Essa cirurgia pode ser realizada através de incisão do lado direito do abdômen, ou através da Videolaparoscopia .

Nossa clínica prefere a apendicectomia videolaparoscopica, pelas seguintes razões:

a) Como, através da ótica, temos acesso visual a todo o abdômen, podemos avaliar todas as vísceras e assim fazermos o diagnóstico preciso;

b) Havendo contaminação do abdômen podemos lavá-lo com irrigadores e aspiradores;

c) Todos estes procedimentos (diagnóstico + lavagem + apendicectomia) são realizados com apenas 3 ou 4 túneis de 2,5 mm a 5 mm de raio, ou seja, o acesso causa um dano mínimo.


Fonte: www.francoerizzi.com.br

Flebite

O que é flebite?
Flebite é todo tipo de inflamação da parede das veias, que permite a aderência de plaquetas. O sistema venoso profundo pode ser acometido da doença, mas, frequentemente, ocorre no chamado superficial.

As causas mais freqüentes são injeções intravenosas de medicamentos, sejam terapêuticas ou inadvertidas (como fazem usuários de drogas).

A doença é dividida em quatro tipos:

• Mecânica, que é causada por irregularidades com seringas durante injeções;
• Química, que ocorre por medicações irritantes ou diluídas de maneira errada, infusão muito rápida e partículas na solução injetada;
• Bacteriana, originada por falta de higiene;
• Pós-infusão.

Se não for tratada corretamente, pode evoluir para uma inflamação chamada tromboflebite. O trombo (coágulo sanguíneo), pode, ainda, se estender para o sistema profundo, migrar para o pulmão e, até mesmo, provocar embolia pulmonar.

Sintomas e diagnóstico

Os sintomas da flebite são classificados em quatro graus. No primeiro, a pele fica avermelhada no local de aplicações, podendo ou não haver dor. O grau 2 ocorre com dor no local da inserção, avermelhamento da pele e/ou acúmulo de líquidos (edema). No terceiro, além dos sintomas anteriores, percebe-se um endurecimento da veia. Por último, o canal venoso fica endurecido, com mais de uma polegada (2,75cm) em comprimento.

A situação é mais grave quando a flebite atinge o sistema venoso profundo. O paciente passa a sentir uma sensação de peso nas pernas e dor ao caminhar, além de edema, aumento da temperatura da pele no membro atingido e coloração avermelhada.

O diagnóstico, normalmente, é feito pelo médico por meio de uma avaliação física. Mas, em alguns casos, podem ser necessários exames complementares.

Tratamento e prevenção

Para prevenir a flebite é importante tomar alguns cuidados no momento de fazer aplicações e com o conteúdo injetado. É essencial sempre lavar as mãos, preparar bem a pele no local que vai receber a inserção e sempre renovar os dispositivos anti-sépticos. Quanto à solução, é bom observar a temperatura, a periodicidade em que é aplicada e o controle da quantidade que é injetada a cada vez.

O tratamento é mais simples quando a flebite não está em estágio avançado. Nesta situação, a recuperação é freqüente utilizando-se de repouso com pernas e braços elevados, compressas mornas e úmidas nos locais atingidos, uso de antiinflamatórios, analgésicos, além de meias elásticas, adequadas a cada caso.

Em algumas situações, no entanto, podem ser necessários anticoagulantes, sejam venosos, subcutâneos ou orais. A definição do método e o tempo de uso variam para cada caso.

Referências:

• Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular - http://www.flebite.med.br/
• Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) -
http://www.unioeste.br/projetos/terapiaintravenosa/pdf/1.pdf

Hemorragia Retal

Hemorragia retal
Hemorragia retal é um sinal de alerta. Usualmente costuma ser um pequeno problema, podendo ser facilmente diagnosticado, mas nem sempre. É importante a determinação da causa da hemorragia retal para realizar-se o tratamento adequado.

A maioria das pessoas acha que toda hemorragia retal é proveniente de uma hemorróida. Muito importante saber que a hemorragia retal pode ser um sinal de um câncer de reto ou do intestino.

CAUSAS DE HEMORRAGIA RETAL

HEMORRÓIDAS: de fato é a causa mais freqüente. São veias dilatadas na região do ânus e reto. As hemorróidas internas são indolores. As externas são pequenas saliências de pele palpáveis e vistas a uma simples inspeção do ânus.

FÍSTULA: A fístula é um canal que comunica o reto com a pele em torno do ânus. Em sua abertura externa é presente um pequeno ponto de pus ou sangue. Quando é um problema local, o tratamento da fístula normalmente é fácil. Por outro lado a chamada doença Crohn tem manifestação como uma fístula, nestes casos o tratamento deve ser com antibiótico e calor local. Se persistir, a cirurgia é necessária.

FISSURA: É uma laceração da pele da região anal. Este problema é similar à rachadura dos cantos dos lábios durante o inverno. Como há exposição de nervos e vasos sanguíneos, no momento da evacuação há dor e hemorragia. Freqüentemente a cirurgia é necessária.

DIVERTICULOSES: Diverticuloses são saculções que projetam-se externamente na parte do intestino. Essas bolsas surgem ao longo dos anos decorrentes da alta pressão do cólon. Ocasionalmente podem sangrar. Quando o sangramento é persistente e volumoso há necessidade de internação e algumas vezes cirurgia.

PROCTITE E COLITE: O reto, cólon, ambos podem tornarem-se inflamados e ulcerados. Há um número de desordens que causam alterações na superfície interna do intestino tornando-os ulcerados ou hemorrágicos. O paciente pode sentir urgência para evacuar, cólica ou diarréia associada com hemorragia. Quando a inflamação é restrita ao reto, a condição é denominada proctite. Quando o envolvido é o cólon, é chamada colite. Ë importante identificar a causa específica da inflamação para o tratamento apropriado ser iniciado.

PÓLIPOS E CÂNCER: Sem dúvida, a grande preocupação da hemorragia retal é o câncer. Os pólipos são crescimentos do revestimento interno do intestino semelhantes a um pequeno cogumelo. Quando o pólipo alcança um tamanho grande, pode sangrar. Alguns tipos de pólipos podem ter transformação maligna. O câncer de cólon é usualmente curável quando é descoberto na fase precoce. A maior freqüência de ocorrência são em pessoas acima dos 50 anos. Porém não exclui a possibilidade de atingir pessoas jovens. Como o câncer de cólon também manifesta-se com perda de sangue pelo ânus, é importante afastar essa possibilidade.

PROLAPSO RETAL: Algumas pessoas idosas têm uma fraqueza no suporte do reto. Então parte do reto pode projetar-se para fora do ânus e sangrar. No momento da higiene anal a pessoa sente uma massa anormal na região do ânus. O tratamento efetivo é feito apenas pela cirurgia.

DIAGNÓSTICO

Pessoas idosas tendem a ter pólipos e câncer mais freqüentemente. A dor anal no momento da evacuação associada com sangramento pode ser uma fissura. Após a evacuação a perda de sangue vermelho vivo indolor pode ser um sangramento de uma hemorróida. A cor e a freqüência da hemorragia também são importantes. Na maioria dos casos a história médica oferece bastante subsídios, mas nunca a resposta final.

INSPEÇÃO E TOQUE RETAL

O médico inspecionará a área anal para procurar fissuras e hemorróidas. O toque retal fornece informações quando há algum endurecimento ou tumor palpável. No homem, a próstata também é examinada.

COLONOSCOPIA

É o exame ideal para se examinar o todo o cólon. Este exame permite além da inspeção interna do intestino, a realização de biópsias ou mesmo retirada de pólipos.

ENEMA OPACO

É um exame radiológico que mostra as sombras dos tumores, divertículos e colite. Infelizmente não identifica o local da hemorragia.

RESUMO

Hemorragia retal sempre significa algum problema. Usualmente não é um problema sério, mas deve ser avaliado como sério até ser provado em crontrário. O diagnóstico é fácil de ser feito e o tratamento é quase sempre realizável.


Fonte: www.gastroweb.com.br

HPV

HPV, vírus que assusta
Coluna Medicina Para muitas mulheres o diagnóstico do vírus do papiloma humano (HPV) é um susto, principalmente porque esse vírus é o principal causador do câncer de colo de útero.

Vale destacar que existem mais de 70 tipos de HPV, mas só alguns podem causar alterações nas células que resultariam em câncer.

Além disso, para o desenvolvimento do câncer são necessários outros fatores, como fumo, infecções vaginais, deficiência imunológica, carências nutricionais, entre outras.

Contágio e Tratamento do HPV

O vírus HPV infecta homens e mulheres, em regiões como boca, área genital e ânus. É transmitido principalmente pelo contato sexual e, muitas vezes, a pessoa pode ter a doença e não apresentar sintomas.

A presença de outras lesões genitais como aquelas causadas por herpes, ou os corrimentos vaginais, costumam aumentar as chances de contágio do vírus HPV.

Os sintomas mais comuns da infecção por HPV tanto no homem quanto na mulher são os condilomas (verrugas) que aparecem na região genital, e que são facilmente tratados.

Na mulher essas lesões podem aparecer dentro da vagina, no colo do útero, no lado externo da vulva, na região do períneo, no ânus, dentro do reto ou no interior da bexiga. Já nos homens podem surgir no pênis ou na região anal.

Opções de tratamento

Por se tratar de um vírus, o HPV não tem cura. Entretanto, o controle médico, através de consultas periódicas, permite à paciente estar sempre segura e sem o risco de câncer de colo uterino ou lesões mais graves.

No caso das verrugas genitais, elas podem ser tratadas de várias formas, seja através de medicamentos ou cauterização química, com o uso de determinadas substâncias e da eletrocauterização. Existe um exame simples, rápido, que não dói e que descobre a infecção pelo HPV muito no seu início, permitindo um tratamento seguro e eficaz.

É o preventivo ou Papanicolau, seguido da colposcopia, exame que as mulheres devem fazer todo ano justamente para prevenir o câncer de colo uterino. Use sempre preservativo, pois você pode ser um portador assintomático e, portanto, disseminar o HPV.


Dra. Nara Duarte

EPISTAXE

Sangramento pelo nariz (epistaxe)
O que é?

É a perda de sangue pelo nariz ou através deste para a boca, sendo mais freqüente em crianças (epistaxe: epi = oriundo de cima, staxis = sangramento).
Como ocorre?

Os vasos sangüíneos que nutrem a cavidade nasal rompem por vários fatores que normalmente são identificados facilmente. As causas mais comuns são as infecções virais ou bacterianas, as crises alérgicas, os traumatismos com o dedo, ambientes muito secos, traumatismos externos, medicamentos tópicos, drogas como a cocaína, fragilidade dos vasos sangüíneos (varizes, pequenos tumores).

A porção mais anterior do septo nasal (parede que divide o nariz em duas narinas) apresenta vasos sangüíneos frágeis. A maioria das epistaxes ocorre em crianças ou adultos jovens na porção anterior do septo, onde estes vasos sangüíneos sofrem lesão pelos fatores citados acima.
O que fazer?

Não se angustie, esclareça suas dúvidas e procure seu médico otorrinolaringologista.

A maioria das epistaxes têm resolução espontânea em aproximadamente 10 minutos e não necessitam atendimento médico. Devemos comprimir a parte lateral do nariz contra o septo do lado afetado por alguns minutos. Se esta compressão com o dedo não obtiver resultado, coloque um algodão embebido em água oxigenada ou em soluções com vasoconstrictores na narina afetada (após assoar o naiz) e aguarde.

Sente ereto, não deite a cabeça para trás. Isto reduz a pressão sobre as veias do nariz e evita que o sangue seja deglutido (não abaixe a cabeça também).

Após cessar o sangramento, não assoe o nariz nos próximos 7 dias e coloque pomadas de indicação médica no lado afetado três vezes por dia.

Não introduza nada nas narinas. Não tente limpá-las com cotonete, dedo, pinças, lenços, papel higiênico.

Use umidificadores para melhorar o ambiente seco, ou respire em cima de uma xícara com água quente (vapor).

Caso o problema se prolongar ou retornar, procure um especialista para o tratamento adequado.

O médico pode realizar a cauterização (química ou térmica) dos vasos sangüíneos afetados e controlar sua cicatrização.

Algumas vezes se faz necessário o tamponamento nasal nas mais variadas formas (algodão, gaze, esponjas ou materiais expansíveis) por um período de 24 a 48 horas. Quando retirados, quase a totalidade dos problemas estão em fase de cicatrização.

Pacientes com doenças da coagulação sangüínea (hemofilia) ou uso crônico de medicamentos que afetem a coagulação (aspirina, anticoagulantes orais ou injetáveis) devem ter sua dosagem adequada ou suspensos momentaneamente.

Pacientes em quimioterapia, com leucemia, ou pós-radioterapia sofrem freqüentemente de epistaxes de repetição.

Sangramentos de maiores proporções, mais prolongados ou já tamponados, posteriormente devem ser tratados com cirurgia para ligadura ou eletrocauterização destas artérias ou retirada dos tumores causadores (pólipos, tumores), preferencialmente sob anestesia geral.

Os cuidados pós-operatórios variarão segundo a magnitude dos procedimentos efetuados. Sempre haverá um inchaço, maior nos primeiros 2 dias, que gradativamente vai diminuindo. Em geral 7-10 dias é o tempo suficiente para o paciente retornar às suas atividades sociais e laborais.

É importante ressaltar que as alterações de cicatrização e acomodação dos tecidos em seu novo local seguem por mais algum tempo. Pelo menos três meses são necessários para se observar o resultado final do tratamento.


Fonte: www.endocap.com.br

Litiase Renal

Litíase renal ( pedra nos rins )
Desde a mais remota antigüidade, as pedras nos rins ou os cálculos urinários causam sofrimento ao ser humano. Há quatro milênios antes de Cristo, passando pela Grécia e Roma antigas, os médicos já descreviam casos de cálculos.

Atualmente somente as doenças da próstata e infecções urinárias são mais freqüentes que os cálculos. Deve-se salientar que 12 % da população, algum dia irá apresentar um episódio de cálculo. A relação homem mulher é de quatro homens para cada mulher afetada, predominando na terceira e quarta décadas de vida.

Fatores geográficos contribuem para o aparecimento de cálculos. Áreas de temperaturas elevadas e com grande umidade são predisponentes à formação de pedras, sendo observados muitos casos durante os meses quentes de verão devido ao maior grau de desidratação.

Durante o século XX, a incidência de calculopatia nos países europeus esteve diretamente relacionada com a situação política e econômica. Durante a Primeira e Segunda Guerras Mundiais, período em que houve queda de consumo de proteína animal, ocorreu uma diminuição das pessoas com cálculos renais.

Isto nos faz pensar na forte ligação existente entre a formação de cálculos e a dieta. A ingestão excessiva de alguns alimentos pode provocar, ou acelerar, distúrbios pré-existentes no nosso organismo propiciando o desequilíbrio químico necessário para a formação destes cálculos. Por exemplo:

• Cálcio: o aumento de sua ingestão só deve ser controlado, em casos confirmados de pacientes com alta sensibilidade à ingestão de leite e derivados.

• Sódio: sal de cozinha deve ser restringido para aproximadamente 1 colher de chá por dia.

• Proteínas: principalmente as de origem animal (carnes, peixes , aves, ovos, leite e derivados) apresentam um efeito agravante quanto à formação dos cálculos.

• Ingestão de Líquidos: o aumento da ingestão de líquidos é provavelmente a orientação mais importante que deve ser dada para estes pacientes, pois somente esta medida sem a ação de medicamentos pode reduzir em 60% a incidência destes cálculos.

Embora não sejam conhecidos por completo os motivos pelos quais os cálculos urinários são formados, acredita-se que vários fatores possam estar envolvidos neste processo:

. super saturação urinária - situação em que há excesso de um ou mais elementos que compõem a urina facilitando a sua precipitação;

. diminuição dos inibidores urinários - substâncias existentes cuja função é impedir a cristalização de urinas super saturadas;

. matriz orgânica do cálculo - substâncias protéicas que servem como núcleo para a formação do cálculo sobre o qual se depositam cristais e retenção de cristais no trato urinário.

Fatores genéticos também podem contribuir para o aumento da formação de cálculos, assim como algumas doenças como a GOTA.

A existência de pedras na bexiga, pode ocorrer por aumento da próstata, obstruindo parcialmente a saída de urina. Isto condiciona uma agregação de cristais e outros resíduos, que com o passar do tempo se transformam em cálculo. Uma outra causa seria condicionada pela impossibilidade do paciente eliminar uma pedra que teria descido dos rins.

O conselho médico para pessoas que tem cálculos urinários é o de beber 2-3 litros de água por dia e evitar ingestão em excesso de proteína animal, principalmente a da carne vermelha.

Os cálculos renais, como o próprio nome diz, são condensações (depósitos ) de íons e sais formados no interior do rim. Os cálculos formados no rim podem ter 3 caminhos a seguir:

1 – Aumento de tamanho – aumento de deposito de íons sobre uma matriz.

2 - Eliminação – O calculo se desprende do rim e desce pelo ureter (tubo que drena a urina do rim para a bexiga). Nessa ocasião, a pessoa apresenta cólica de rim, que é uma dor de forte intensidade na região lombar.

3 - Estabilização – Muitos cálculos permanecem por muitos anos sem migração ou crescimento. Quando essas pedras são de pequeno tamanho, podem ser acompanhadas clinicamente.

Tratamento:

Resumidamente o tratamento dos cálculos pode ser realizado por 4 tipos de abordagem cirúrgica, dependente da localização, tamanho e tipo do calculo.

1 - Litotripsia extracorpórea por ondas de choque – Nesse procedimento, não há cortes ou incisões. O paciente recebe ondas de choque que se difundem pelo corpo e concentram sobre o calculo, fragmentando-o.

2 - Cirurgia percutânea – Nessa cirurgia realizamos pequenas perfurações na região lombar para acessar o calculo no interior dos rins. Por meio desses pequenos orifícios realizamos a fragmentação e remoção da pedra.

3 - Ureterolitotripsia endoscópica –Nesse procedimento utilizamos um aparelho endoscópico , com uma câmera que permite visualizar o interior da bexiga e do ureter. Esse aparelho é introduzido pelo canal da urina (uretra). Assim, nao há necessidade de cortes ou incisões. Por meio desse aparelho remove-se os cálculos do interior do ureter.

4 - Cirurgia convencional – Em alguns casos especiais há necessidade realizar cirurgia tradicional com incisão da parede abdominal para remoção dos cálculos diretamente pelo cirurgião.

Salientamos que as informações acima estão bastante resumidas para facilitar a compreensão. Assim, caso haja alguma duvida entre em contato conosco e não se esqueça o Urologista é o especialista que pode orientá-lo da melhor maneira.


Fonte: www.drfernandoalmeida.com.br

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Doenças Respiratórias

Doenças respiratórias de inverno
As estações do ano mais frias e úmidas se aproximam e trazem junto o aumento dos casos de doenças ligadas ao sistema respiratório. A maioria destas doenças pode ser evitada com cuidados muito simples. Estas doenças infecciosas podem atingir pessoas de qualquer sexo e idade.

“É muito difícil alguém passar impune e não ficar pelo menos com seu nariz vermelho e entupido, surgirem alguns espirros e ter a irritante sensação do nariz escorrendo”, diz o médico cirurgião torácico Samir El Haje.

Segundo o médico, vários fatores favorecem a disseminação de doenças respiratórias tais como: aglomerações de pessoas, clima frio, mudanças bruscas e constantes de temperatura, o estado nutricional e imunológico, fatores emocionais e a presença de algum tipo de doença crônica em especial as de pulmão.

Os vilões mais comuns, responsáveis pelas doenças respiratórias e desconforto nesta época são os vírus e bactérias. “Não devemos esquecer que as enfermidades relacionadas com as doenças alérgicas também podem ser um complicador. Quando sabemos as características e sintomas das doenças fica mais fácil combatê-las”, explica Dr. Samir El Haje.

Segue abaixo uma breve explicação das principais doenças de inverno:

* Resfriados: geralmente são provocados por vírus que comprometem a laringe, faringe e a nasofaringe. Surge um discreto mal-estar. Os sintomas costumam ser mais leves e as rotinas de vida não são interrompidas. Em geral dura dois ou três dias.

* Gripe: o causador também é um vírus (vírus influenza) que tem inúmeras variantes e sofre constantes mutações. Compromete as mesmas regiões do resfriado somando-se a traquéia e os brônquios. Os sintomas de febre, prostração, forte mal-estar, tosse e dor no peito levam as pessoas, muitas vezes, a interromper suas atividades do dia-a-dia. Estas são as principais características que diferenciam a gripe do resfriado comum. O estado gripal pode estender-se por mais de vinte dias.

* Pneumonia: os principais agentes causadores são bactérias e vírus. A presença de tosse, expectoração, dor no peito ou nas costas, prostração, febre e falta de ar, em alguns casos, são as características mais comuns. Normalmente a pneumonia é adquirida na comunidade, fora de ambiente hospitalar, por pessoas saudáveis. Apesar de ter cura quando tratada, ainda hoje é responsável pela morte de milhares de pessoas, principalmente crianças e idosos.

Para gripe, resfriado e pneumonia viral o tratamento é sintomático. Já na pneumonia bacteriana, recorre-se ao antibiótico.

Outras doenças do sistema respiratório como a tuberculose, a bronquite, a asma, a sinusite, a otite e a amidalite, não podem ser esquecidas e também devem ser tratadas.

Dicas para viver bem, respirar melhor e evitar doenças respiratórias:

* Abandone o hábito de fumar
* Vacine-se contra a gripe todos os anos
* Faça vacina contra o pneumococco a cada cinco anos
* Fuja das aglomerações de pessoas
* Fique longe de ambientes fechados ou sem boa ventilação
* Desvie os ambientes poluídos
* Tenha cuidado com a higiene corporal
* Evite mudanças bruscas de temperatura e ambientes com ar condicionado
* Elimine bebidas muito geladas
* Tenha uma dieta saudável e equilibrada
* Use roupas adequadas à estação
* Mantenha controle rigoroso das doenças crônicas
* Visite seu médico regularmente


Fonte: www.drsamirhaje.com

Varizes

Cuidado com pés inchados, varizes e tromboses
Os vasos sanguíneos se dilatam no calor, principalmente em pessoas que sofrem de varizes, e podem causar inchaços nas pernas. A sensação é de pernas cansadas, pesadas e dificuldade para caminhar e subir escadas.

Para amenizar a situação, veja algumas dicas dos especialistas:

. Deixe os pés elevados durante a noite
. Movimente as pernas, fazendo intervalos durante o trabalho, por exemplo
. Alongue a panturrilha
. Pratique exercícios físicos
. Cuide do peso

Se as varizes forem a causa do inchaço, o recomendado é consultar um cirurgião vascular.

O que são varizes?

São veias que se dilataram e ficaram tortuosas, fazendo o sangue circular de forma errada. Podem apresentar formas muito pequenas e avermelhadas; um pouco maiores e azuladas; e nódulos que saltam o plano da pele.

Normalmente, acometem mais as mulheres devido à influência dos hormônios sexuais femininos, gravidez, uso de anticoncepcionais e menor massa muscular que os homens. A tendência genética também é determinante em algumas pessoas e são comuns os casos familiares de varizes.

Flebite pode levar à trombose

Quem sofre com varizes corre o risco de ganhar um outro problema bem mais grave nas pernas: a flebite. Trata-se da inflamação e entupimento dessas veias, que ficam entre a pele e o músculo. O mais comum é que o mal afete a safena, veia da perna. O problema se manifesta por um coágulo dolorido e duro e a veia afetada parece um cordão escuro na perna, cercada pela pele avermelhada.

Quando a inflamação ocorre na coxa, há o risco de sérias complicações: o coágulo pode passar para o sistema venoso profundo e levar à trombose. Se esses coágulos chegarem ao pulmão, podem provocar a morte por embolia pulmonar.

Para prevenir a flebite, deve-se beber bastante água (no mínimo, dois litros por dia) e movimentar constantemente as pernas. Quem trabalha sentado deve fazer alguns intervalos, levantar e caminhar. Com o diagnóstico precoce, a flebite passa por tratamento cirúrgico.

A ameaça silenciosa da TVP

Pouco conhecida pela população, porém responsável por milhares de mortes todos os anos, a Trombose Venosa Profunda (TVP) é uma doença complexa e silenciosa, que pode trazer sérias complicações quando não tratada de forma rápida e adequada.

Ela consiste na interrupção do fluxo sanguineo de uma veia, provocada pela formação de um coágulo – também chamado de trombo. Essa interrupção acomete com mais frequência uma veia profunda e a principal consequência é a embolia pulmonar, que, dependendo do caso, pode evoluir para a morte do paciente.

Nos Estados Unidos, a embolia pulmonar é responsável por 100 mil óbitos por ano. As estatísticas no Brasil sobre a mortalidade da doença não são confiáveis. É que a TVP acaba passando despercebida por muitos médicos, pois em 50% a 80% dos casos os pacientes não apresentam seus principais sintomas.


www.saphyria.com.br

Septo Nasal

Desvio de septo nasal
O que é um Desvio de Septo Nasal?

Septo é uma parede que divide duas cavidades. O septo nasal divide o nariz em duas fossas nasais (direita e esquerda), tendo uma porção óssea (1/3) e outra cartilaginosa (2/3). Chamamos de septo desviado aquele que tem um formato anormal, podendo causar problemas na respiração.

Quais são as causas mais comuns de desvio de septo nasal?

Os desvios podem ser Congênitos (presentes ao nascimento) ou Adquiridos (em geral, após traumatismo nasal).

O que é Septoplastia?

É uma cirurgia de correção do desvio de septo nasal. Esta cirurgia pode ser única ou combinada com outros tipos de cirurgia, para corrigir outros tipos de problemas nasais (turbinectomias, rinoplastias, sinusectomias).

Que problema posso vir a ter se ficar com o Desvio de Septo?

Dependendo do caso, pode haver dificuldade para respirar pelos dois lados do nariz ou de um só.
Isto pode ocasionar respiração bucal com cansaço excessivo e dificuldade para dormir bem, com roncos e babação noturna. Pode também predispor a sinusites.

Como é a cirurgia?

A Septoplastia é realizada em Hospital, sob anestesia geral venosa e demora cerca de 1 hora.
Não costuma vir acompanhada de dor no pós-operatório e não deixa nenhuma cicatriz externa no nariz do paciente.
Normalmente o deixo uns 2 ou 3 pontos dentro do nariz que são absorvíveis, portanto não precisam ser retirados.

Tem que ficar internado? Quanto tempo ficará o paciente no hospital?

Geralmente meus pacientes recebem alta hospitalar no mesmo dia, mas isto depende da sua recuperação após a cirurgia.

Os olhos ficam arroxeados e o rosto fica inchado?

Na septoplastia, isto não deve ocorrer. Estes sinais aparecem, em geral, quando o paciente é submetido à cirurgia plástica nasal (rinoplastia). É possível o paciente aproveitar e realizar simultaneamente a rinoplastia (o pós-operatório segue o ritual da cirurgia plástica de nariz).

Quais são as complicações possíveis da Septoplastia?

Infecção; sangramento nasal; problemas relacionados à anestesia.
Com a evolução das técnicas anestésicas, o auxilio da vídeo-cirurgia, o uso de antibióticos profiláticos e ambientes hospitalares bem equipados as complicações cirúrgicas são raras.

Crianças podem ser operadas?

Sim, porém mais cuidadosamente e economicamente, pois o nariz ainda está crescendo para tomar a sua forma definitiva.

E o tampão nasal? É necessário?

Atualmente existem técnicas onde não é mais necessário o uso de tampão nasal. Não tenho usado tampão nasal nos últimos 05 anos. Realizo sempre a cirurgia Vídeo-assistida, traumatizando menos, e evitando o tampão. Também não uso splint, pois fixo bem a cartilagem e a mucosa com pontos internos absorvíveis. Algumas vezes utilizo cola biológica, por ser mais cômodo para o paciente.

O pós-operatório é dolorido?

Normalmente é tranqüilo, mas tome cuidado para não bater o nariz. Geralmente o nariz fica congestionado nos 3 primeiros dias e pode ocorrer pequeno sangramento.

Que cuidados deve ser tomados?

Os cuidados pós-operatórios são tão ou mais importantes que a cirurgia em si. É preciso tomar uma medicação antibiótica para evitar infecção. É importante lavar o nariz por dentro, para não formar crostas, evitar banhos e ambientes quentes, para evitar sangramentos, e não faltar nos retornos programados.

Para saber se tem desvio de septo, procure um médico Otorrinolaringologista.


Dr. Eric Thuler

DRGE

O que é a doença de refluxo gastroesofágico (DRGE)?
O refluxo gastroesofágico define-se como a passagem do conteúdo gástrico para o esófago,na ausência de vómitos. É um evento freqüente que, na maioria dos adultos, ocorre regularmente, a seguir às refeições, em pequena quantidade.

O refluxo torna-se patológico quando, pela sua intensidade, freqüência, natureza ou outros condicionalismos, é susceptível de desencadear sintomas e/ou provocar lesões da mucosa esofágica (revestimento interior das paredes do esófago) ou, ainda, manifestações extra-esofágicas.

Quando o refluxo gastroesofágico é causa de sintomas, como a azia, ou de lesões da mucosa esofágica, estamos em presença de uma doença de refluxo gastroesofágico (DRGE), vulgarmente conhecida como esofagite de refluxo. Trata-se de uma situação muito frequente - a prevalência de sintomas de esofagite de refluxo, no mundo ocidental, situa-se entre 12 e 54%.

Quais as causas?

A DRGE resulta de um desequilíbrio entre os fatores de defesa e os fatores de agressão da mucosa esofágica.

Nos fatores de agressão incluem-se:

. Alguns alimentos (produtos derivados do tomate, sumos de citrinos, chocolate, bebidas com cafeína)
. Tabaco
. Bebidas alcoólicas
. Alguns medicamentos ( nitratos, estrogénios, contraceptivos orais, bloqueadores dos canais de cálcio, alendronato, etc)
. Conteúdo ácido do estomâgo
. Refluxo biliar

Outros fatores:

. Hérnia do hiato - situação em que uma porção do estômago, através do diafragma, para a cavidade torácica; só por si não leva à DRGE, mas as duas condições estão frequentemente associadas e a presença de uma hérnia do hiato poderá levar à disfunção do esfincter esofágico inferior, aumentando o refluxo

. Aumento da pressão intra-abdominal (roupa apertada, gravidez, tosse, obesidade, exercício físico súbito que aumente a pressão intra-abdominal, obstipação).

Quais são os sintomas da doença de refluxo gastroesofágico?

. Azia - é a manifestação mais frequente da DRGE, consistindo numa sensação de queimadura no meio do peito, que pode irradiar em direcção ao pescoço, que aparece geralmente menos de uma hora após as refeições e que se pode agravar na posição de deitada ou inclinada para a frente
. Regurgitação - sensação de que os alimentos voltam à boca, sem esforço de vómito
. Dor à deglutição dos alimentos
. Dificuldade em deglutir os alimentos
. Dor torácica - dor na região retroesternal, de origem não cardíaca
. Outras - tosse, falta de ar, rouquidão, dor de ouvidos, gengivite

A DGRE pode ainda manifestar-se por anemia por carência de ferro ou, mais raramente, por vómitos com sangue. Nalguns casos poderão surgir complicações, como as úlceras, as estenoses e a transformação da mucosa esofágica em revestimento de tipo intestinal (esófago de Barrett).

Como se diagnostica?

O diagnóstico da DRGE baseia-se na avaliação dos sintomas e do exame objectivo, podendo ser complementado pela realização de exames que incluem:

. A endoscopia alta
. A radiografia do esófago, estômago e duodeno
. A pH-metria das 24 horas - permite o registo do pH esofágico durante as 24 horas.

Como se trata?

Medidas gerais:

. Refeições pequenas
. Evitar alguns alimentos: gorduras, chocolates,
citrinos, refogados à base de tomate
. Evitar alimentos que causem os sintomas
. Evitar bebidas gaseificadas
. Evitar bebidas com cafeína
. Evitar comer nas 2 a 3 horas que precedem o deitar
. Não fumar
. Tentar emagrecer
. Não usar roupa apertada
. Evitar actividades que aumentem a pressão intraabdominal logo após as refeições (por ex. jardinagem)
. Elevar a cabeceira da cama cerca de 15 centímentros (colocar um taco de madeira, por exemplo, debaixo dos pés da cama, do lado da cabeceira).

Medidas farmacológicas:

Atualmente o tratamento da DRGE baseia-se em medicamentos que inibem de forma profunda e duradoura a secreção ácida do estômago. Estes medicamentos estão incluídos num grupo designado por inibidores da bomba de protões.

É uma situação crónica?

A DRGE é uma situação crónica, tornando necessária, em muitos casos, uma terapêutica de manutenção prolongada para evitar e recidiva dos sintomas e/ou das lesões do esófago.

Há tratamentos alternativos?

Os avanços tecnológicos na área da endoscopia tornaram possível o tratamento da DRGE, o que atualmente já é feito em alguns centros especializados. Outra alternativa, em alguns doentes, é a cirurgia anti-refluxo, que hoje em dia se pode fazer por via laparoscópica.

A doença de refluxo gastro-esofágica é uma situação grave?

Na maioria dos casos trata-se de uma afecção benigna, facilmente controlável com terapêutica médica associada a medidas gerais. Alguns doentes têm uma esofagite mais grave, que poderá requerer uma vigilância clínica ou endoscópica mais apertada e medidas terapêuticas, médicas ou cirúrgicas, adequadas.

Esta informação foi gentilmente cedida pela Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia (SPG)

Incontinência Urinária

Incontinência urinária: mais uma opção de tratamento
A importância da fisioterapia está cada vez mais reconhecida na área da saúde, tanto nos casos de pós-operatório quanto nos casos em que sua eficiência chega a evitar uma intervenção cirúrgica. A incontinência urinária, que antes era resolvida apenas por cirurgia, hoje tem uma chance a mais através da fisioterapia. Oferecido pela Clínica Movimento Corporal - Núcleo de Estética, o tratamento para esse caso é pouco divulgado e conhecido, e auxilia pacientes que estão passando por esse problema.

A incontinência urinária é uma perda involuntária de urina que pode ser desenvolvida por algumas causas. Uma delas é na hora do parto, pois pode haver um trauma neuromuscular no assoalho pélvico; outro fator é o tabagismo, pois a nicotina estimula a contração do músculo detrusor, havendo a perda de urina; e a outra está na fase dos 45 aos 50 anos, idade em que, geralmente, as mulheres estão entrando na menopausa, onde ocorre uma deficiência de estrógeno e conseqüentemente, uma diminuição da pressão uretral, acarretando na perda de urina.

Segundo a fisioterapeuta da Movimento Corporal, Ana Paula Massaro, existem três tipos de incontinência urinária. “Uma delas é por esforço, quando a pessoa está correndo, andando ou mesmo tossindo; outra é quando a bexiga é hiperativa, havendo uma contração involuntária e a perda de urina; e a terceira é a bexiga neurogênica, quando a paciente teve alguma lesão neurológica, como AVC (acidente vascular cerebral), Parkinson e Esclerose Múltipla, por exemplo”.

O tratamento para casos de incontinência urinária engloba quatro passos que podem ser usados de acordo com o grau de força do músculo do assoalho pélvico e do perínio da paciente, com o objetivo de fortalecer esses músculos.

Eletroestimulação

A eletroestimulação é um deles, que é realizada através de uma sonda introduzida na vagina por onde passa corrente elétrica;

Exercícios perineais

Outro passo são os exercícios perineais, onde cones vaginais de 20 a 100 gramas são introduzidos e, por meio de explicações do profissional, a paciente realiza exercícios de contração;

Biofeedback

o terceiro é o biofeedback, realizado por uma sonda introduzida na paciente que, na medida em que a paciente contrai, o aparelho responde com um sinal visual e, através do aparelho, o profissional consegue medir a evolução da paciente; e o último são os nove exercícios em que não são usados meios externos, eles podem ser realizados tanto em pé, como sentada quanto deitada, e são passados pelo fisioterapeuta.

Mas esses exercícios não auxiliam apenas em casos de incontinência urinária, e sim também no desempenho sexual da mulher, pois ela tem um maior controle da sua musculatura. “Há uma melhora sexualmente, tanto no sentido de a paciente com incontinência que fica bloqueada por causa da perda de urina, quanto nos casos em que a paciente não sofre desse mal, pois elas têm mais domínio de suas contrações musculares”, afirma Ana Paula.

O tempo necessário para o restabelecimento da mulher com incontinência urinária varia de acordo com o quadro e o esforço de cada paciente, e os resultados são excelentes. “Chega uma hora que a paciente chega a um estágio como se ela não tivesse tido a incontinência, volta a ter o controle involuntariamente, sem pensar em controlar a urina. Bem estar social, esse é o resultado final”, acrescenta Ana Paula.


Fonte: www.temcura.com.br

Palpitações

Palpitações: saiba mais sobre este sintoma
A palpitação é uma percepção anormal dos batimentos cardíacos. Em algumas situações, como após exercíco físico intenso ou excitação sexual, é normal que haja a percepção dos batimentos cardíacos.

As palpitações podem ser fruto de alguma arritmia cardíaca ou apenas traduzir uma percepção aumentada do batimento cardíaco, como ocorre em quadros de ansiedade. Desta forma, a palpitação poderá traduzir uma doença cardíaca ou uma situação não-cardíaca, mas que influencia na percepção do batimento cardíaco.

Causas:

A realização de algumas perguntas são fundamentais, para estimarmos o tipo de alteração do ritmo cardíaco sua causa e gravidade.

- A sensação é de batimentos fortes ou rápidos? batimentos cardíacos fortes, mas não acelerados, indicam mais um quadro de ansiedade. Batimentos rápidos indicam a taquicardia sinusal, taquicardia paroxística supraventricular, fribilação ventricular e a taquicardia ventricular.

- O início é súbito ou gradual? O ritmo é regular ou não? as extrassístoles são sentidas de forma irregular, como se um batimento fora do ritmo normal fosse seguido de uma falha ou pausa; a fibrilação atrial é percebida como uma aceleração, mas com um ritmo totalmente irregular. A taquicardia sinusal e a taquicardia paroxística supraventricular produzem ritmos acelerados , mas regulares.

- Ocorre dor torácica associada? a presença de dor torácica associada, pode sugereir a presença de doença arterial coronarina ( presença de placas de gordura ou ateromas nas artérias do coração ) e suas manifestações clínicas, como a angina do peito ou infarto do miocárdio, como causas da arritmia cardíaca. As miocardiopatias, também pode cursar com palpitações e dor torácica.

- Acompanha alteração visual, lipotímia, tontura, desmaios ou outros sintomas? esses sintomas podem sugerir uma arritmia cardíaca mais grave, a qual produziria queda da pressão arterial, diminuição do fluxo de sangue para o cérebro e sintomas neurológicos associados.

- Durante a crise, qual a freqüência cardíaca? a taquicardia sinusal (até cerca de 140 batimentos por minuto), a taquicardia paroxística supraventricular
(mais de 180-200 batimentos por minutos) e taquicardia ventricular (mais de 150 batimentos por minutos), aceleram o coração. Batimentos lentos sugerem bradicardia sinusal intensa, doença do nó sinusal ou bloqueios atrioventriculares de segundo grau ou bloqueio atrioventricular total.

- Qual a freqüência de ocorrência da palpitação (diária, semanal ou eventual)? esse dado é importante para escolha do exame complementar visando investigar os sintomas de palpitações.

- Especificar fatores precipitantes. As crises podem ser relacionadas a situação de estresse emocional
(taquicardia sinusal), esforço físico (taquicardia sinusal e taquicardias induzidas pelo esforço), adoção da posição de pé ( taquicardia postural ortostática), após ingesta de álcool, etc...

- Uso pregresso de medicamentos ou de drogas ilícitas? vários medicamentos (anfetaminas, sibutramina, antidepressivos, descongestionantes nasais, broncodilatadores, etc...) e drogas ilícitas(como a cocaína e o crack), podem causar aceleramento do coração ou precipitar o aparecimento de certas arritmias cardíacas.

- Passado de doença da tireóide? o hipertireoidismo pode aceleram o coração ou desencadear o aparecimento de arritmias cardíacas, como a fibrilação atrial.

- Passado de doença cardíaca? História de morte súbita familiar? a presença de doença cardíaca estrutural aumenta a chance de gravidade de uma arritmia cardíaca documentada. O histórico de morte súbita na família pode indicar doenças genéticas que cursam com arritmias cardíacas graves, com a miocardiopatia hipertrófica e a síndrome de Brugada.

- As palpitações possuem associação com o uso exagerado de cigarro, café ou álcool? essas substâncias pode acelerar o coração ou precipitar o aparecimento de certas arritmias cardíacas. A ocorrência de fibrilaçõa atrial após um exagero na ingesta de álcool no final de semana, é chamada de
"holyday heart syndrome"

Investigação da palpitação:

A base para o diagnóstico correto da arritmia cardíaca e de sua causa, é o exame clínico
(principalmente a história clínica).Vários exames complementares podem ser solicitados para investigação, como: exames de sangue (ex:dosagem de potássio , hemograma , função da tireoíde e enzimas cardíacas) , eletrocardiograma , holter (útil para as palpitações diárias), monitor de ventos (útil para palpitações semanais ou eventuais) , ecocardiograma (útil para avaliar a presença de doença cardíaca estrutural), teste de esforço (útil para avaliar palpitações aos esforços ou para o diagnóstico de doença arterial coronariana), estudo eletrofisiológico (é capaz de reproduzir certas arrtmias cardíacas, identificar o seu foco de origem e tratá-las, através de uma ablação por radiofreqüência), ressonância cardíaca (útil para o diagnóstico de uma doença chamada de displasia arritmogênica do ventrículo direito, que cursa com arritmias cardíacas), etc...


Fonte: www.portaldocoracao.com.br

GOTA

Condiloma

Condiloma: lesões verrugosas aparelho genital
"Condiloma” são lesões verrugosas que aparecem na região genital tanto do homem como da mulher, causadas pelo Papilomavirus Humano (HPV).

Este vírus pode se manifestar através de lesões verrugosas, mas também através de lesões mais sutis, somente diagnosticadas através de citologia, colposcopia e biopsia, até formas latentes (não detectada por métodos convencionais) Quando a lesão é uma verruga genital, chama-se de Condiloma Acuminado, mais popularmente conhecido como "Crista de Galo".

Na citologia oncótica (exame preventivo, que colheita material para exame microscópico), quando há suspeita de alterações relacionadas ao HPV, deve-se realizar a colposcopia com biopsia dirigida, única forma de se fazer diagnóstico definitivo desta patologia, para então ser instituída a terapêutica adequada.

O HPV pode ser transmissível tanto sexualmente quanto através de instrumental não adequadamente esterilizado. Pode-se transmitir o HPV, por exemplo, em um exame ginecológico de rotina no qual se utilizem materiais inadequadamente esterilizados. Daí a importância das pessoas procurarem centros médicos confiáveis.

O HPV também pode manifestar-se em pacientes com baixa imunidade, pessoas mais sujeitas a desenvolverem a doença, e também em gestantes, pois a gravidez favorece o desenvolvimento das lesões, mas a contaminação fetal durante a gravidez é pouco provável. Alguns especialistas defendem a cesariana como forma de evitar a contaminação ao nascimento.

Tratamento

O HPV pode desencadear lesões celulares de baixo grau, como a displasia leve e moderada até a lesões celulares de alto grau (displasia grave, câncer “in situ”, câncer invasor de colo de útero).

O tratamento do HPV consiste na destruição das lesões causadas pelo vírus. Nas lesões ditas de baixo grau (com baixo potencial de transformação maligna) pode-se fazer a destruição das lesões através do uso de substâncias cáusticas (como ácido tricloroacético e podofilotoxina); já nas lesões ditas de alto grau o tratamento será realizado através de cirurgias.
Nas lesões verrugosas de vulva e vagina, pode-se fazer a cauterização com acido tricloacetico, eletro-cauterização ou criocauterização .

Dos diversos tipos de HPV, a maioria não leva ao câncer. Para saber quando um tipo de HPV está ou não relacionado com esta doença é necessário que se faça um exame chamado de captura híbrida, para certificar a presença do vírus, porém este método é caro e não está disponível para a maioria da população.

Prevenção

Quanto aos homens,as lesões podem-se manifestar igual que as mulheres, com verrugas na superficie do glande, prepucio ou escroto porem na maioria das vezes, eles não manifestam a doença, mas o exame é necessário caso a doença seja detectada na parceira e o tratamento deve ser feito.

O exame consiste em uma peniscopia para observar a existência de lesões. Identificada as lesões na peniscopia, deve-se instituir o tratamento, visando a evitar a contaminação futura da parceira.

A prevenção é fundamental. Portanto, utilizar preservativo e evitar múltiplos parceiros são medidas essenciais: Quanto maior for o número de parceiros, mais exposta e maior o risco de contrair esta ou outras doenças.

Fonte: www.ginorte.com.br

Bulimia

Transtorno do Comer Compulsivo
O Transtorno do Comer Compulsivo (TCC) é também conhecido como Compulsão Alimentar Periódica (CAP).

Quem sofre do TCC apresenta ataques bulímicos, que são caracterizados por um grande consumo de alimentos (muito mais do que a pessoa comeria regularmente) em pouco tempo.

Porém, a pessoa não apresenta os comportamentos compensatórios inadequados característicos da Bulimia Nervosa (como o uso regular de vômito ou abuso de exercícios, laxantes e diuréticos), apesar do grande desconforto gerado pelas crises de compulsão (crises bulímicas). Geralmente, por vergonha, as pessoas procuram esconder os ataques mantendo um comportamento alimentar controlado em público.

Durante os ataques, também privilegiam alimentos evitados quando em dieta, experimentam diminuição do controle sobre o comportamento alimentar e, mesmo sem fome, só param de comer quando se sentem desconfortavelmente “empanturrados”.

Essa crise se caracteriza pelo consumo, em um período limitado de tempo, (p. ex., mais ou menos 2 horas) de uma quantidade de alimentos muito maior do que a maioria das pessoas consumiria durante um período similar e sob circunstâncias similares.

Ocorre um sentimento de falta de controle sobre o comportamento alimentar durante o episódio (p. ex., um sentimento de incapacidade de parar de comer ou de controlar o tipo e a quantidade de alimento).

A auto-imagem é indevidamente influenciada pela forma e pelo peso do corpo. Mesmo que, em alguns casos, a pessoa não seja obesa, o fato de haver esse descontrole faz com que a pessoa acabe por abalar sua auto-estima, ou seja, acabe por achar-se gorda ou feia.

Um sofrimento acentuado inclui sentimentos desagradáveis durante e após as crises, bem como preocupações acerca do efeito a longo prazo das repetidas crises sobre o peso e a forma do corpo.

Às vezes, as crises são ativadas por um humor disfórico, tal como depressão e ansiedade. Outras vezes, as pessoas são incapazes de identificar algo que inicie a crise, mas podem relatar um sentimento de tensão, que é aliviado pela hiperfagia (grande consumo de alimentos). A maioria das pessoas que apresentam o TCC tem um histórico de repetidas tentativas de fazer dietas e sentem-se desesperadas acerca da sua dificuldade de controle da ingestão de alimentos.

Atualmente, a Terapia Cognitivo-Comportamental tem se mostrado como uma das modalidades psicoterápicas mais eficazes no tratamento do Transtorno do Comer Compulsivo. O tratamento baseia-se na utilização de técnicas cognitivas e comportamentais, dentre as quais estão a técnica da distração, o relaxamento, a elaboração de estratégias para enfrentamento das crises, o emprego de vantagens e desvantagens, o monitoramento e o uso de registro de pensamentos disfuncionais.


Autor/ Fonte
Vanessa Janiaque Beck
Formanda em Psicologia - UNISINOS

Apnéia

Saiba mais sobre apnéia e ronco
Relatar sobre apnéia e ronco, para alguns pode parecer uma brincadeira, assim como gozações do cotidiano, porém para as quem possui, é de grande frustração social e também familiar.

Para verificarmos a apnéia e o ronco, temos que entendê-las inicialmente, sendo que se as estruturas bloquearem completamente a garganta, o ar não consegue chegar aos pulmões. Isto é chamado Apnéia (significa "sem respiração").

Desde que os pulmões não estão conseguindo ar fresco, o cérebro comanda o corpo para acordar, o tempo suficiente para ativar os músculos da garganta e desbloquear a passagem do ar.

Com um alto suspiro, a respiração começa novamente. Este processo pode se repetir várias vezes durante a noite, tornando o sono superficial e fragmentado.
Mesmo não se recordando de ter acordado várias vezes à noite, você se sente cansado durante o dia.

A deficiência de sono e ar fresco podem lesar os pulmões, coração e outros órgãos, causando problemas como pressão alta, ataque cardíaco ou derrame cerebral.

Se as estruturas de sua garganta são muito grandes ou os músculos relaxam demais durante o sono, a passagem do ar pode ser parcialmente bloqueada. Se o ar conseguir ultrapassar esse bloqueio, as estruturas da garganta vibram e chacoalham umas contra as outras, causando o som familiar do ronco.

Algumas vezes esse barulho pode ser tão alto que acorda as outras pessoas, ou você próprio, durante a noite.
O ronco se torna pior quanto mais importante for o bloqueio da passagem do ar.

Caso você possua o ronco e a apnéia, evite qualquer tipo de tratamento caseiro, pois pode lhe prejudicar em algum sentido.
Em caso de dúvidas sobre estes aspectos, procure sempre um médico especialista.
Boa sorte.

Prof. Especialista Alexandre Vieira

Estresse

Estresse: conheça este inimingo
Dentre as várias definições, o estresse pode ser considerado uma reação física a determinadas questões da vida capazes de alterar o equilíbrio interno do indivíduo.

Está ligado a quatro sistemas do organismo humano, o esqueléticomuscular, o imunológico, o gastrointestinal e o cardiovascular. A reação física pode ser determinada pelo cansaço (físico e psicológico), gripe, gastrite, dores no peito, palpitações, e outras manifestações clínicas.

De acordo com o cardiologista Dr. Antônio Carlos Pereira Barretos, o principal fator que provoca o estresse é a sobrecarga no trabalho (acúmulo de tarefas), e a falta de organização e capacidade de distribuir as tarefas e funções. Os problemas considerados sem solução que as pessoas têm no dia-a-dia, também levam ao estresse.

"O ideal é quebrar a rotina fazendo outras atividades ou exercícios físicos nas horas de lazer", aconselha o Dr. Barretos. Além do lazer, o Dr. Barretos fala que uma alimentação balanceada, rica em carboidrato e proteína, e pobre em gordura ajuda a prevenir o estresse.

A gordura também pode causar outros malefícios para nosso organismo, principalmente para quem não pratica nenhuma atividade física. Doce deve ser evitado, só ingerido de vez em quando. O fast-food e as frituras devem ser substituídos por pratos leves, como frango acompanhado de salada, por exemplo.

Agitação, insônia, descontentamento com as questões do dia-a-dia, péssimo desempenho no trabalho e dificuldade para resolver simples problemas podem ser sintomas de um estressado. Segundo o Dr. Barretos, o especialista sempre ajuda, pois o psicólogo e o psiquiatra levam as pessoas a encontrar um caminho para a resolução de problemas. Mas vale lembrar que, para evitar uma consulta a um especialista, tentar se organizar identificando e resolvendo os problemas por etapas é outra saída.

Entretanto, é necessário explicar a questão do estresse visto como uma doença. O Dr. Barretos afirma que só é caso de doença se o estresse estiver somado a outros fatores de risco, como cigarro, sedentarismo ou má alimentação, podendo então provocar distúrbios cardiológicos. Além disso, como já foi citado, pode causar manifestações clínicas, como gastrite (devido à falta de apetite), dores no peito, palpitação (provocada pela descarga de adrenalina), e outras.

A estatística do estresse no Brasil é uma questão complicada, por não haver dados precisos. Sabe-se que o perfil que ainda lidera é o homem executivo, mas com o aumento de mulheres no mercado de trabalho, cresceu também o número de mulheres que sofrem do mal.

Todo tratamento, incluindo a duração e exercícios recomendados, varia de acordo com cada caso e com o nível de estresse apresentado pelo indivíduo. Segundo a Dra. Rebeca, há grande discussão sobre os exercícios ideais. Para ela, as atividades aeróbicas - caminhada, corrida, natação e bicicleta são mais eficazes.

Mas há também um acompanhamento terapêutico, com técnicas de relaxamento, respiração, yoga, meditação, dança, e outras. "A atividade indicada depende das condições de cada paciente. Existem pessoas que conseguem se desligar mais facilmente dos problemas do que outras", fala a psicóloga.

Além do tratamento terapêutico, há a psicoterapia na qual agem em parceria o médico e o psicólogo, para os casos mais complexos. O uso de medicamentos deve ser sempre indicado por um especialista e também varia de acordo com cada caso, podendo ser tranqüilizantes, anti-depressivos, etc. "O tratamento para o estresse visa equilibrar relaxamento e preocupação. Os sintomas podem voltar dependendo das questões do dia-a-dia do indivíduo. Para isto, há uma reorientação", explica a Dra. Rebeca.

Prevenir o estresse não tem nenhum segredo, basta que se tenha uma boa qualidade de vida social, sabendo conciliar a tensão da rotina de trabalho, as horas de lazer e as atividades físicas.


Dr. Antônio Carlos Pereira Barretos é cardiologista e dirige a Unidade Clínica de Prevenção Cardiológica.
Dra. Rebeca Santos é a psicóloga responsável pela Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiológica do Exercício Condicionado. Ambos são especialistas do Instituto do Coração (InCor-S

Distúrbio

Distúrbios sexuais
A sexualidade humana está envolta em mistérios e mitos. Para entendermos porque os distúrbios sexuais surgem, precisamos analisar os vários aspectos que dão origem a estes transtornos. Todas as pessoas parecem nascer com a capacidade de viver satisfatoriamente sua sexualidade. Só que esta é influenciada pela sociedade onde vivemos (com seus valores e preconceitos), pela herança herdada de nossos pais, doenças e medicamentos.

Problemas sexuais podem ser motivados tanto por fatores orgânicos (como doenças e uso de remédios), como por causas emocionais. Estas últimas formam um campo um tanto nebuloso, afinal, envolvem as várias nuances do relacionamento a dois e a construção de nossa sexualidade.

As pesquisas realizadas até o momento não forneceram um padrão de sexualidade normal. Os critérios para uma avaliação de normalidade ou anormalidade são muitos e às vezes totalmente díspares. Dependendo destes critérios (estatístico, filogenético, moral, legal, social, etc.) uma avaliação de comportamentos sexuais (masturbação, infidelidade conjugal, etc.) pode ser vista de maneira diversa.

Podemos classificar as desordens sexuais, do ponto de vista clínico, em três tipos: disfunções sexuais, distúrbios de preferência sexuais e distúrbios de identidade sexual

Sem dúvida, a queixa mais freqüente entre as mulheres é a falta de desejo, seguida dos problemas do orgasmo. Algumas mulheres fazem sexo por obrigação, com medo de perder o parceiro. Não sabem que, agindo dessa forma, ameaçam a relação. E o pior: correm o risco de evoluir para um quadro mais avançado de fobia ou aversão sexual.

Outra reclamação comum em consultórios é a que relaciona o coito com desconforto e/ou dor constante. Esta pode ter uma origem orgânica devido à atrofia vaginal (mulheres menopausadas). Muitas vezes, no entanto, acompanha uma história de falta de desejo não expressada pela mulher ou não percebida pelo parceiro, traduzindo a falta de diálogo sexual entre muitos casais.

Entre os homens, a queixa mais freqüente é a disfunção erétil (DE), seguida da ejaculação precoce. Em geral, a ansiedade em obter uma performance excepcional na cama é a grande responsável pela disfunção erétil psicogênica. Acima de quarenta anos (metade tem DE) a causa orgânica ou física pode aparecer, sejam doenças ou medicamentos que afetam negativamente a sexualidade. Um problema vascular, neurológico, hormonal ou do próprio corpo cavernoso pode estar na origem da DE.

A ejaculação precoce atinge principalmente homens jovens e neste caso, a pessoa alcança o clímax tão rapidamente que a relação sexual é com freqüência decepcionante para ambas as partes. O ejaculador precoce não consegue ter consciência das sensações premonitórias do orgasmo. Tão logo alcança um nível critico de excitação, ele ejacula. A ejaculação retardada é uma inibição involuntária do reflexo orgástico do homem. É relativamente rara e pode ter causas emocionais profundas.


Fonte: www.vinhoesexualidade.com.br

rinosinusite

Rinosinusite
A rinite é uma inflamação da mucosa nasal, que reveste desde a parede do nariz até os seios da face. Qualquer alteração nessa cavidade ou obstrução desses componentes do organismo pode gerar a rinosinusite, popularmente conhecida como sinusite.

Dentro do nariz existem os cornetos, responsáveis por purificar, aquecer e umidificar o ar que respiramos. Alterações externas (como de temperatura ou poluição do ar) e internas (emocional, estresse e alergia) afetam diretamente esses cornetos podendo provocar a rinosinusite. Ela pode causar febre, diminuição do olfato, dores de cabeça, além de outros sintomas que variam de pessoa para pessoa.

A primeira coisa que deve-se observar para detectar a ocorrência de uma rinosinusite é a existência de um muco, que é expelido quando a pessoa assoa o nariz ou o escorre pela garganta. Esse muco fica entre a garganta e o nariz e pode provocar dor de cabeça, tosse e febre.

No início o muco é transparente, mas com o tempo ganhará uma aparência mais consistente e mudará de cor (amarelada e esverdeada), nesse caso a pessoa já estará com sinusite e precisará tomar antibiótico.

Inicialmente a secreção translúcida pode ser confundida com início de gripe, mas passados sete a dez dias com a permanência do muco a pessoa estará com sinusite, mesmo que ela não tenha dor de cabeça.
A sinusite pode ocorrer dos dois lados da face, mas normalmente é unilateral, que pode ser na região etmoidal, frontal e maxilar.

Na criança provoca tosse e obstrução nasal podendo ter uma ocorrência maior do que nos adultos, já que os seios maxilares ainda não estão totalmente desenvolvidos. É preciso ficar atento quando a criança começa ter tosse repetitiva e obstrução nasal.

A dor provocada pela rinosinusite dependerá das terminações nervosas e da anatomia de cada nariz. Mesmo quando a pessoa não sente dor alguma, estando com secreção muco catarral por mais de uma semana, é importante procurar um médico, para que a sinusite não se torne crônica.

Na suspeita de uma rinosinusite é necessário procurar um médico. Para prevenir, é necessário, consumir pelo menos dois litros de água por dia para facilitar a eliminação das secreções, juntamente com o uso do soro fisiológico para a lavagem das narinas de duas a três vezes ao dia. Deve-se, ainda, evitar locais com ar refrigerado, pois esses aparelhos favorecem o ressecamento das mucosas nasais, dificultando a drenagem da secreção e possibilitando a disseminação de microorganismos.

Portanto, em épocas de tempo seco ou de temperaturas baixas devemos ficar atentos para lubrificar a fossa nasal, evitar o consumo de bebidas geladas e a exposição à friagem evitando, assim, o aparecimento dos sintomas rinosinusais.


Dra. Teresa M. Teixeira Cardoso

DEUS

SERÁ QUE DEUS É CULPADO ?
Finalmente a verdade é dita na TV Americana.
A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela:

'Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?'
Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:

'Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós.
Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.
Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou.
Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?'

À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc...

Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas...
A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.

Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:

'Um perito nesse assunto deve saber o que está falando'.
E então concordamos com ele.

Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal.
Então foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos...(há diferença entre disciplinar e tocar).

Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem.
E nós aceitamos sem ao menos questionar.

Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.
E nós dissemos: 'Está bem!'

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino.
Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet.
E nós dissemos:

'Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso'.

Agora nós estamos nos perguntando porque nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado;
porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios...

Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender:
nós colhemos só aquilo que semeamos!!!
Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus:
'Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?'
A resposta dele:
'Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!'

É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno.
É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia, ou do que a sua religião, que você diz que segue ensina.

É triste como alguém diz:
'Eu creio em Deus'.
Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal,também 'Crê' em Deus.
É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!

Como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham como fogo, mas, quando tentamos enviar algum e-mail falando de Deus, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros!

É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na escola e no trabalho.

É triste ver como as pessoas ficam inflamadas a respeito de Cristo no domingo, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da semana.

Você mesmo pode não querer reenviar esta mensagem a muitos de sua lista de endereços porque você não tem certeza a respeito de como a receberão, ou do que pensarão a seu respeito, por lhes ter enviado.

Não é verdade?
Gozado que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que Deus pensa...

'Garanto que Ele que enxerga tudo em nosso coração está torcendo para que você, no seu livre arbítrio, envie estas palavras a outras pessoas'.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

ANOREXIA

Anorexia Nervosa: A eterna briga com o espelho
A anorexia nervosa é uma doença psiquiátrica que se caracteriza pela falta de apetite na maior parte do tempo induzida pelo indivíduo (a pessoa se recusa a comer) que culmina em desnutrição severa e taxas de mortalidade acima de 21%. Mais incidente a partir da puberdade, este distúrbio alimentar é mais comum em mulheres, mas o número de homens acometidos da doença vem aumentando a cada ano.

O surgimento da doença se dá após algumas tentativas de dieta, onde o indivíduo passa a considerar o alimento um inimigo, agressor, que só o destrói e estraga seu corpo engordando a imagem no espelho. Negar a comida passa a ser uma solução viável para atingir a imagem desejada, que no espelho tem muitos quilos a mais. Essa deformação da imagem se dá pelo comprometimento que esta pessoa tem do esquema corporal, ou seja, o corpo que ela imagina é infinitamente diferente do que existe na realidade.

O corpo que este indivíduo passa a emagrecer é o que está na fantasia e, como este emagrece muito pouco e nunca está perfeito - pois o nível de exigência é muito alto - passa a definhar.

O que percebemos é que existe ao nível de estrutura emocional um déficit importante de auto-estima somado a um grande sentimento de desvalia, que faz com que muitas pessoas entendam que, para serem aceitas, precisam de uma imagem perfeita, passando a hipervalorizar este aspecto.

Este último século valorizou e firmou a imagem como um dos grandes pilares do sucesso. Os meios de comunicação passaram a divulgar um padrão de beleza que servia muito mais para mostrar roupas e não vestir roupas. Comparados aos manequins de plástico, os corpos de proporções perfeitas começaram a habitar a fantasia de adolescentes que queriam ser aceitos, amados e mais do que isso, valorizados. Nada mais justo para este adolescente querer somar esforços para ficar igual à imagem da revista, mesmo que para isso tenha que abrir mão de sua saúde e de alguns prazeres, como comer.

A bulimia é um a doença coadjuvante, muita vezes, da anorexia. Depois de dias sem se alimentar ou se alimentando muito pouco, a pessoa pode ter um ataque compulsivo alimentar e depois se valer de algum comportamento compensatório como provocar o vômito ou tomar uma dose exagerada de laxante para se livrar da comida. Com o tempo, o anorético passa a considerar um exagero a quantidade pequena de alimento a mais do que julga necessário para se manter e assume a atitude compensatória indiscriminadamente.

Prisioneiro de sua fantasia, a pessoa acaba também se valendo das drogas para dieta para suportar tanta privação e acaba viciada neste procedimento por ingerir quantidades maiores do que as recomendadas pelos médicos.

Na Anorexia Nervosa o indivíduo pode recorrer a uma variedade de técnicas para estimar seu peso, que vão desde pesagens excessivas, medições obsessivas de partes do corpo, até ficar repetidamente se olhando no espelho para “checar” sua gordura.

Para a família dos adolescentes, ou mesmo para os parceiros e amigos, é muito difícil abordar a pessoa com uma doença dessas. Normalmente o indivíduo nega todo e qualquer questionamento que lhe façam, adotando às vezes uma postura agressiva ou extremamente irritada.

O melhor caminho então é procurar uma ajuda especializada para ser orientado quanto a melhor maneira de ajudar ou abordar este indivíduo.O tratamento adequado para esta doença envolve psicólogos, nutricionistas, psiquiatras e endocrinologistas.

É uma doença perigosa, difícil de ser tratada e quanto mais cedo o indivíduo procurar ajuda, mais rápido poderá se tornar uma pessoa tranqüila e feliz. Toda doença é resultado de um processo, não acontece da noite para o dia, portanto, precisamos ficar atentos aos exageros de cuidados, preocupação e zelo com a imagem ou impressão que desejamos que os outros tenham de nós, pois estes fatores, aliados à solidão e tristeza, podem nos levar a doenças que sempre nos farão sofrer e muito.

Ser bonito e desejado pelos outros depende muito do que achamos de nós mesmos.

Influenza

Perguntas e respostas sobre Influenza A (H1N1)
Perguntas e respostas sobre Influenza A (H1N1) - atualizadas em 16/07/2009


1. Existe transmissão sustentada do vírus da Influenza A (H1N1) no Brasil?

Desde 24 de abril, data do primeiro alerta dado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre o surgimento da nova doença, até o dia 15 de julho, o Ministério da Saúde só havia registrado casos no país de pessoas que tinham contraído a doença no exterior ou pego de quem esteve fora.

No dia 16 de julho, o Ministério da Saúde recebeu a notificação do primeiro caso de transmissão da Influenza A (H1N1) no Brasil sem esse tipo de vínculo. Trata-se de paciente do Estado de São Paulo, que morreu no último dia 30 de junho. Esse caso nos dá a primeira evidência de que o novo vírus está em circulação em território nacional. Todas as estratégias que o MS deveria adotar numa situação como esta já foram tomadas há quase três semanas. O Brasil se antecipou. A atualização constante de nossas ações contra a nova gripe permitiu que, neste momento, toda a rede de saúde esteja integrada para manter e reforçar as medidas de atenção à população.

2. Qual a diferença entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1)?

Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, não importa, neste momento, saber se o que se tem é gripe comum ou a nova gripe. A orientação é, ao ter alguns desses sintomas, procure seu médico ou vá a um posto de saúde. É importante frisar que, na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na nova gripe. Em ambos os casos, o total de pessoas que morrem após contraírem o vírus em todo o mundo é, em média, de 0,5%.

3. Quando eu devo procurar um médico?
Se você tiver sintomas como febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza, procure um médico ou um serviço de saúde, como já se faz com a gripe comum.

4. O que fazer em caso de surgimento de sintomas?
Qualquer pessoa que apresente sintomas de gripe deve procurar seu médico de confiança ou o serviço de saúde mais próximo, para receber o tratamento adequado. Nos casos de agravamento ou de pessoas que façam parte do grupo de risco, os pacientes serão encaminhados a um dos 68 hospitais de referência.

5. Por que o exame laboratorial parou de ser realizado em todos os casos suspeitos?
Essa mudança ocorreu porque um percentual significativo — mais de 70% — das amostras de casos suspeitos analisadas em laboratórios de referência, antes dessa mudança, não era da nova gripe, mas de outros vírus respiratórios. Com o aumento do número de casos no país, a prioridade do sistema público de saúde é detectar e tratar com a máxima agilidade os casos graves e evitar mortes.

6. Se o exame não é realizado em todas as pessoas, isso significa que o número de casos registrados será subnotificado?

É importante ficar claro que vários países estão adotando a mesma prática, por recomendação da Organização Mundial da Saúde. Vamos continuar a registrar o número de casos. Como já ocorre com surtos de gripe comum, vamos confirmar uma amostra de casos e todos os outros que tiverem os mesmos sintomas e no mesmo ambiente, seja em casa, na escola, no trabalho, na igreja ou no clube, serão confirmados por vínculo epidemiológico. Além disso, temos no Brasil 62 unidades de “Rede Sentinela” em todos os estados, com a função de monitorar a circulação do vírus influenza e ocorrência de surtos.

Essa rede permite que as autoridades sanitárias monitorem a ocorrência de surtos devido ao vírus da gripe comum — e, agora, do novo vírus — por meio da coleta sistemática de amostras e envio aos laboratórios de referência. É importante ficar claro que, a partir de agora, o objetivo não é saber se todos os que têm gripe foram infectados por vírus da influenza sazonal ou pelo novo vírus. Com o aumento no número de casos, passamos agora a trabalhar com o diagnóstico coletivo, exceto para aqueles que podem desenvolver a forma grave da doença, seja gripe comum ou gripe A.

7. Quais os critérios de utilização para o Tamiflu?

Apenas os pacientes com agravamento do estado de saúde nas primeiras 48 horas, desde o início dos sintomas, e as pessoas com maior risco de apresentar quadro clínico grave serão medicados com o Tamiflu. Os demais terão os sintomas tratados, de acordo com indicação médica. O objetivo é evitar o uso desnecessário e uma possível resistência ao medicamento, assim como já foi registrado no Reino Unido, Japão e Hong Kong.

É importante lembrar, também, que todas as pessoas que compõem o grupo de risco para complicações de influenza requerem avaliação e monitoramento clínico constante de seu médico, para indicação ou não de tratamento com o Tamiflu. Esse grupo de risco é composto por: idosos acima de 60 anos, crianças menores de dois anos, gestantes, pessoas com diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica, deficiência imunológica (como pacientes com câncer, em tratamento para AIDS), e também pessoas com doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme.

8. O medicamento está em falta?

Não. O Ministério da Saúde possui estoque suficiente de medicamento para tratamento dos casos indicados. Além de comprimidos para uso imediato, temos matéria-prima para produzir mais nove milhões de tratamentos.

9. Os hospitais estão preparados para atender pacientes com a Influenza A (H1N1)?

Atualmente, o Brasil possui 68 hospitais de referência para tratamento de pacientes graves infectados pelo novo vírus. Nestas unidades, existem 900 leitos com isolamento adequado para atender aos casos que necessitem de internação. Todos os outros hospitais estão preparados para receber pacientes com sintomas leves de gripe.

10. Como eu posso me prevenir da doença?

Alguns cuidados básicos de higiene podem ser tomados, como: lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.


Fonte: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/visualizar_texto.cfm?idtxt=31267

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Escabiose

Escabiose (Sarna)
A escabiose ou sarna é uma doença na pele (dermatose), causada pelo ácaro sarcoptes scabiei. O parasita pode viver 2 a 4 semanas.

Modo de transmissão

É uma doença bastante contagiosa, sendo o contágio directo de pessoa para pessoa, através do uso de roupa contaminada e contactos sexuais.

Depois da fecundação, a fêmea penetra pela epiderme formando um túnel onde deposita os ovos.

A progressão ocorre geralmente durante a noite e há libertação de substâncias tóxicas, motivo pelo qual os doentes se queixam de prurido (comichão) nocturno.

Os ovos eclodem após uma semana, originando novos parasitas.

Sinais e sintomas

- Prurido intenso.

- Lesões simétricas na pele devido à penetração do ácaro e ás pessoas se coçarem.

- Cor avermelhada e com pequenas pápulas (inchaço) na região do túnel.

- A seguir à pápula surge a vesícula com líquido e posteriormente a crosta.

As zonas mais atingidas são as axilas, mamas, barriga, punhos, cotovelos, espaço interdigital, nádegas e órgãos sexuais. Nas crianças pode surgir no couro cabeludo, palmas das mãos e plantas dos pés.

Diagnóstico

O médico faz o diagnóstico pela observação das características e locais das lesões. Em caso de dúvida é recolhido líquido das vesículas (escarificação) e enviado para o laboratório, onde se confirma ou não o agente causador das lesões da pele.

Tratamento

Deve ser observada toda a família sempre que surge um caso de sarna e assim fazerem o tratamento em simultâneo.

O medicamento prescrito pode ser em comprimidos ou loção para ser aplicada na pele. A frequência e durabilidade do tratamento dependem do medicamento prescrito.

Para aliviar o prurido, o médico pode prescrever outro medicamento.

Diariamente, durante o tratamento, as roupas da cama e de uso diário devem ser retiradas, lavadas e passadas com o ferro bastante quente.

Nas crianças e doentes com o sistema imunológico deprimido, pode ocorrer infecção secundária que pode levar bastante tempo até a cura. Estas infecções são consequência das pessoas de coçarem.


Fonte: www.conhecersaude.com

acido úrico

Acúmulo de ácido úrico no sangue? Veja como controlar
Ter ácido úrico nas veias é normal — ele é um produto do nosso metabolismo, gerado a partir da quebra das moléculas de proteína dos alimentos que ingerimos. Ele passa para o sangue e parte dele deve ser eliminado pelos rins e intestinos. Mas algumas pessoas têm dificuldade em eliminá-lo ou o produzem em excesso. O diagnóstico de hiperuricemia é feito por meio de exames que analisam a quantidade de ácido úrico no sangue.

A gota, um dos problemas mais comuns do excesso desse ácido, é uma doença hereditária que atinge muito mais homens do que mulheres — a proporção é de 8 para 1. “O ácido úrico se deposita nos tecidos das articulações e pode destruí-los”, explica o nutrólogo Valter Makoto (SP). Nem todos os que têm altas taxas de ácido úrico terão problemas. Mas quem tem predisposição genética para as crises de gota deve ficar atento: os primeiros sintomas incluem dores nas articulações, principalmente no dedão do pé, inchaço e vermelhidão na região.

A dor pode se espalhar para as articulações dos joe lhos, cotovelos, mãos e ombros. “O excesso de ácido úrico também causa tofos, pequenos caroços na pele. E, quando seus cristais se depositam nos rins, formam os cálculos renais, a famosa pedra nos rins”, alerta Nelson Iucif Jr., médico e diretor do departamento de Nutrologia Geriátrica da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

E o pior: Pesquisa recente, realizada pelo Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (Incor), conclui que o ácido úrico sozinho é capaz de aumentar em 3,5 vezes os riscos de um adulto apresentar calcificação nas artérias do coração — o que significa um potencial 10 a 12 vezes maior de ocorrer um infarto e morte súbita.

Não há cura para este mal, mas é possível controlar os níveis de ácido úrico no sangue. Em casos mais graves, há medicamento específico, usado fora das crises. Para a maioria das pessoas que tem hiperuricemia, a recomendação é evitar os fatores agravantes, como exercícios em excesso, uso de diuréticos e antiinflamatórios e dietas ricas em purinas — substâncias de alguns alimentos que fazem parte das proteínas e que ajudam a aumentar a concentração de ácido úrico. E quem tem gota deve evitar bebidas alcoólicas. “Elas ajudam o ácido úrico a formar um cristal e a entrar na articulação”, explica Nelson Iucif.

A seguir, confira quais alimentos são permitidos e quais são proibidos para se manter longe das crises.

PRODUTOS PROIBIDOS

Carnes: bacon, vitela, cabrito, carneiro, miúdos (fígado, coração, rim, língua). Peixes e frutos do mar: salmão, sardinha, truta, bacalhau, ovas de peixe, marisco, ostra, camarão. Aves: peru e ganso. Bebidas alcoólicas.

PERMITIDOS COM MODERAÇÃO

Carnes: vaca e frango. Peixes e frutos do mar: lagosta, caranguejo. Leguminosas: feijão, grão-de-bico, ervilha, lentilha, aspargos, cogumelos, couve-flor, espinafre.

LIBERADOS

Leite, chá, café, chocolate, queijo amarelo magro, ovo cozido, cereais como pão, macarrão, fubá, arroz branco, milho, mandioca, sagu, vegetais (couve, repolho, alface, acelga e agrião), doces e frutas.


Fonte: Revista Viva Saúde
http://www.revistavivasaude.com.br/